{"id":23244,"date":"2021-09-26T20:52:01","date_gmt":"2021-09-26T23:52:01","guid":{"rendered":"https:\/\/about.fb.com\/br\/?p=23244"},"modified":"2021-09-30T09:39:18","modified_gmt":"2021-09-30T12:39:18","slug":"o-que-nossas-pesquisas-realmente-dizem-sobre-bem-estar-de-adolescentes-e-instagram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2021\/09\/o-que-nossas-pesquisas-realmente-dizem-sobre-bem-estar-de-adolescentes-e-instagram\/","title":{"rendered":"O que nossas pesquisas realmente dizem sobre bem-estar de adolescentes e Instagram"},"content":{"rendered":"<p><i><b>Atualiza\u00e7\u00e3o em 29 de setembro de 2021:<\/b> Hoje entregamos ao Congresso Americano os dois documentos de apresenta\u00e7\u00e3o completos das pesquisas que foram o principal foco do jornal The Wall Street Journal ao distorcerem pesquisas internas do Instagram sobre adolescentes e bem-estar. Adicionamos anota\u00e7\u00f5es a cada slide que fornecem mais contexto, porque esse tipo de pesquisa \u00e9 projetada para informar conversas internas e os documentos foram criados e utilizados por pessoas que entendiam as limita\u00e7\u00f5es da pesquisa. Agora, estamos apresentando publicamente esses dois documentos e suas anota\u00e7\u00f5es.<\/i><i><\/i><\/p>\n<div><b><a title=\"https:\/\/about.fb.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Instagram-Teen-Annotated-Research-Deck-1.pdf\" href=\"https:\/\/about.fb.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Instagram-Teen-Annotated-Research-Deck-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-auth=\"NotApplicable\" data-linkindex=\"0\">Adolescentes e Instagram: apresenta\u00e7\u00e3o com anota\u00e7\u00f5es 1<\/a><\/b><\/div>\n<div><b><a title=\"https:\/\/about.fb.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Instagram-Teen-Annotated-Research-Deck-2.pdf\" href=\"https:\/\/about.fb.com\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Instagram-Teen-Annotated-Research-Deck-2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-auth=\"NotApplicable\" data-linkindex=\"1\">Adolescentes e Instagram: apresenta\u00e7\u00e3o com anota\u00e7\u00f5es 2<\/a><\/b><\/div>\n<div>\n<div><\/div>\n<p><b><i>Originalmente publicado em 26 de setembro de 2021:<\/i><\/b><\/div>\n<ul>\n<li><b>Ao contr\u00e1rio do que o The Wall Street Journal apresenta, a pesquisa do Instagram mostra que em 11 de 12 quest\u00f5es relacionadas a bem-estar, meninas adolescentes que disseram j\u00e1 ter lidado com essas dificuldades tamb\u00e9m disseram que o Instagram fez com que se sentissem melhores, em vez de piores.\u00a0<\/b><\/li>\n<li><b>Esta pesquisa, assim como outras pesquisas externas sobre essas quest\u00f5es, revelou que adolescentes relatam tanto experi\u00eancias positivas quanto negativas com m\u00eddias sociais.<\/b><\/li>\n<li><b>Realizamos pesquisas internas para descobrir qual a melhor forma de aprimorar a experi\u00eancia dos adolescentes, e essas pesquisas t\u00eam ajudado a direcionar mudan\u00e7as no produto, bem como novos recursos.\u00a0<\/b><\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Antes da presen\u00e7a da Head Global de Seguran\u00e7a do Facebook, Antigone Davis, perante um Subcomit\u00ea de Com\u00e9rcio do Senado dos Estados Unidos na quinta-feira, queremos ser claros sobre o que a pesquisa <\/span><a href=\"https:\/\/www.wsj.com\/articles\/facebook-knows-instagram-is-toxic-for-teen-girls-company-documents-show-11631620739?mod=article_inline\"><span style=\"font-weight: 400\">recentemente descrita<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> pelo The Wall Street Journal mostra e o que n\u00e3o mostra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Simplesmente n\u00e3o \u00e9 correto dizer que a pesquisa demonstra que o Instagram \u00e9 &#8220;t\u00f3xico&#8221; para meninas adolescentes. A pesquisa demonstrou, na verdade, que muitos adolescentes ouvidos sentiram que usar o Instagram os ajuda quando est\u00e3o passando por momentos dif\u00edceis e problemas comuns dessa fase da vida. De fato, em 11 das 12 \u00e1reas mencionadas no slide citado pelo The Wall Street Journal &#8211; que incluem \u00e1reas s\u00e9rias como solid\u00e3o, ansiedade, tristeza e problemas alimentares -, mais adolescentes que passaram por esses problemas disseram que o Instagram tornou esses momentos dif\u00edceis <\/span><b>melhores<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, em vez de piores. Imagem corporal foi a \u00fanica \u00e1rea em que meninas adolescentes que relataram j\u00e1 ter problemas relacionados disseram que o Instagram ajudou a piorar, comparado com outras 11 \u00e1reas. Mas, tamb\u00e9m, a maioria das adolescentes que teve problemas de imagem corporal disse que o Instagram ou ajudou a melhorar ou n\u00e3o teve impacto. Vamos entrar em mais detalhes abaixo sobre os pontos da pesquisa explorados pelo The Wall Street Journal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Al\u00e9m de contextualizar descobertas espec\u00edficas, \u00e9 fundamental deixar clara a natureza dessa pesquisa. Essa pesquisa, que em parte contou com a contribui\u00e7\u00e3o de apenas 40 adolescentes, foi projetada para informar conversas internas sobre as percep\u00e7\u00f5es mais negativas de adolescentes sobre o Instagram. N\u00e3o mediu rela\u00e7\u00f5es causais entre o Instagram e problemas do mundo real. Esses documentos tamb\u00e9m foram criados para e usados por pessoas que entenderam as limita\u00e7\u00f5es da pesquisa, motivo pelo qual elas ocasionalmente usam linguagem simplificada, especialmente nos t\u00edtulos, e n\u00e3o fazem ressalvas em cada slide.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Estudar quest\u00f5es sociais importantes como essas e o que as impacta \u00e9 um trabalho complexo e repleto de nuances. A reportagem do The Wall Street Journal insinua que est\u00e1vamos escondendo essa pesquisa e que os resultados s\u00e3o surpreendentes, o que n\u00e3o \u00e9 correto. N\u00e3o apenas j\u00e1 temos falado sobre os pontos fortes e fracos das redes sociais com rela\u00e7\u00e3o a bem-estar <\/span><a href=\"https:\/\/about.fb.com\/news\/2017\/12\/hard-questions-is-spending-time-on-social-media-bad-for-us\/\"><span style=\"font-weight: 400\">publicamente<\/span><\/a> <a href=\"https:\/\/www.apa.org\/science\/about\/conferences\/technology-mind-society-showcase\"><span style=\"font-weight: 400\">por mais de uma d\u00e9cada<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, como pesquisadores externos tamb\u00e9m j\u00e1 o fizeram. Por exemplo, <\/span><a href=\"https:\/\/journals.sagepub.com\/doi\/10.1177\/1461444818755634\"><span style=\"font-weight: 400\">uma pesquisa e entrevistas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> conduzidas por Harvard constatou que os adolescentes viam as redes sociais &#8220;predominantemente&#8221; de forma positiva, embora tenham reportado impactos <\/span><a href=\"https:\/\/research.fb.com\/publications\/social-network-activity-and-social-well-being\/\"><span style=\"font-weight: 400\">positivos e negativos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> em suas rela\u00e7\u00f5es sociais e auto express\u00e3o. Segundo\u00a0 pesquisa da <\/span><a href=\"https:\/\/www.pewresearch.org\/internet\/2018\/11\/28\/teens-social-media-habits-and-experiences\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Pew Internet<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, a maior parte dos adolescentes credita acontecimentos positivos \u00e0s redes sociais, 81% disse que elas os ajudam a gerar conex\u00f5es, embora outros tamb\u00e9m destacaram os impactos negativos, como os 43% que disseram sentirem-se pressionados a postar conte\u00fado que os fa\u00e7a &#8220;parecer bem&#8221; aos olhos alheios.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nossa pesquisa interna \u00e9 parte do nosso esfor\u00e7o para minimizar o que h\u00e1 de ruim em nossas plataformas e maximizar o que h\u00e1 de bom. Investimos nessa pesquisa para identificar proativamente onde podemos melhorar &#8211; em raz\u00e3o disso, os piores resultados poss\u00edveis s\u00e3o destacados na apresenta\u00e7\u00e3o interna. Por\u00e9m, o mais importante dessa pesquisa \u00e9 o que fizemos com ela. Temos um longo hist\u00f3rico de uso de nossas pesquisas, bem como estudos externos e estreita colabora\u00e7\u00e3o com nosso <\/span><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/help\/222332597793306\"><span style=\"font-weight: 400\">Conselho Consultivo de Seguran\u00e7a<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, <\/span><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/fbsafety\/posts\/keeping-young-people-safe-online-has-been-a-priority-for-facebook-for-many-years\/1446426198728547\/\"><span style=\"font-weight: 400\">Youth Advisors<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> , al\u00e9m de outros especialistas e organiza\u00e7\u00f5es, para informar mudan\u00e7as em nossos aplicativos e fornecer <\/span><a href=\"https:\/\/about.instagram.com\/pt-br\/community\/parents\"><span style=\"font-weight: 400\">recursos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> para as pessoas que os usam. Por exemplo, no Instagram:\u00a0<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">Apresentamos<\/span><a href=\"https:\/\/about.instagram.com\/blog\/announcements\/how-were-supporting-people-affected-by-eating-disorders-and-negative-body-image\"><span style=\"font-weight: 400\"> novos recursos para apoiar pessoas que lutam com problemas de imagem corporal<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> e uma <\/span><a href=\"https:\/\/about.instagram.com\/blog\/announcements\/how-were-supporting-people-affected-by-eating-disorders-and-negative-body-image\"><span style=\"font-weight: 400\">op\u00e7\u00e3o dedicada de den\u00fancia para conte\u00fado relacionado a dist\u00farbios alimentares<\/span><\/a>.<\/li>\n<li style=\"font-weight: 400\"><a href=\"https:\/\/about.instagram.com\/blog\/announcements\/supporting-and-protecting-vulnerable-people-on-instagram\"><span style=\"font-weight: 400\">Atualizamos nossas pol\u00edticas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> para remover todo conte\u00fado grafico relacionado a suic\u00eddio, e <\/span><a href=\"https:\/\/about.instagram.com\/blog\/announcements\/supporting-and-protecting-vulnerable-people-on-instagram\"><span style=\"font-weight: 400\">tomamos medidas para proteger pessoas vulner\u00e1veis<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 conte\u00fado relacionado a suic\u00eddio e automutila\u00e7\u00e3o em espa\u00e7os como o Explorar.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">Lan\u00e7amos o <\/span><a href=\"https:\/\/about.instagram.com\/blog\/announcements\/instagrams-commitment-to-lead-fight-against-online-bullying\"><span style=\"font-weight: 400\">Restringir<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\">, que permite que as pessoas se protejam de bullying, sem medo de retalia\u00e7\u00e3o.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">Uma ideia que acreditamos ser promissora \u00e9 <\/span><a href=\"https:\/\/about.instagram.com\/blog\/announcements\/using-research-to-improve-your-experience\"><span style=\"font-weight: 400\">encontrar oportunidades de intervir<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400\"> se virmos pessoas se concentrando em certos tipos de conte\u00fado. Esperamos que esses est\u00edmulos ajudem a direcionar as pessoas para um conte\u00fado que as inspire e as anime.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><b>Abaixo, comparamos o que o The Wall Street Journal disse com o que a pesquisa revelou:<\/b><\/p>\n<p><b>WSJ disse: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;Repetidamente, os pesquisadores da empresa conclu\u00edram que o Instagram \u00e9 prejudicial para um percentual consider\u00e1vel deles (jovens usu\u00e1rios), mais notavelmente para meninas adolescentes. &#8216;Tornamos as quest\u00f5es de imagem corporal piores para uma em cada tr\u00eas adolescentes meninas&#8217;, dizia um slide de 2019, resumindo a pesquisa sobre meninas adolescentes que vivenciam esses problemas.&#8221; <\/span><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>O que os dados mostram: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">O slide em quest\u00e3o, n\u00e3o publicado pelo Wall Street Journal na reportagem e que estamos divulgando abaixo, mostra que o Instagram ajuda muitos adolescentes a lidar com algumas das mais dif\u00edceis quest\u00f5es que vivem. Em 11 de 12 quest\u00f5es presentes nos slides mencionados pelo jornal, que abordavam problemas alimentares, solid\u00e3o, ansiedade e tristeza, meninas adolescentes que afirmaram viver esses desafios eram mais propensas a dizer que o Instagram <\/span><b>melhorava<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> essas quest\u00f5es, em vez de pior\u00e1-las.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o era imagem corporal. Embora o t\u00edtulo do slide interno n\u00e3o dissesse explicitamente, a pesquisa mostra que uma em tr\u00eas dessas meninas adolescentes que disseram enfrentar quest\u00f5es relacionadas \u00e0 imagem corporal reportaram que usar o Instagram fazia sentirem-se piores &#8211; e n\u00e3o uma a cada tr\u00eas do total de adolescentes meninas. Esta \u00e9 uma diferencia\u00e7\u00e3o importante que n\u00e3o est\u00e1 expl\u00edcita na reportagem do The Wall Street Journal. E, entre as mesmas meninas que disseram sofrer com quest\u00f5es relacionadas \u00e0 imagem corporal, 22% disseram que usar o Instagram fazia sentirem-se melhor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas quest\u00f5es com imagem corporal e 45,5% disseram que o Instagram n\u00e3o tornou nem pior, nem melhor (sem impacto).<\/span><\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-23245\" src=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2021\/09\/IG-research.png?w=890&#038;resize=890%2C616\" alt=\"\" width=\"890\" height=\"616\" srcset=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2021\/09\/IG-research.png?w=890 890w, https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2021\/09\/IG-research.png?w=578 578w, https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2021\/09\/IG-research.png?w=300 300w, https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2021\/09\/IG-research.png?w=768 768w, https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2021\/09\/IG-research.png?w=800 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 890px) 100vw, 890px\" \/><\/p>\n<p><b>WSJ disse: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">\u201cOs meninos adolescentes n\u00e3o est\u00e3o imunes. No mergulho aprofundado que os pesquisadores do Facebook conduziram sobre sa\u00fade mental em 2019, eles descobriram que 14% dos meninos nos Estados Unidos disseram que o Instagram os fazia se sentir pior sobre si mesmos. Em seu relat\u00f3rio sobre imagem corporal em 2020, os pesquisadores do Facebook descobriram que 40% dos meninos adolescentes vivenciam compara\u00e7\u00e3o social negativa.\u201d<\/span><\/p>\n<p><b>O que os dados mostram: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">O que o estudo tamb\u00e9m disse foi que 50% dos adolescentes nos Estados Unidos e 36% dos adolescentes no Reino Unido (que usam Instagram e responderam uma pesquisa) disseram se sentirem melhor com eles mesmos depois de usar o Instagram, incluindo 18% dos adolescentes nos Estados Unidos dizendo que se sentiram &#8220;muito melhor&#8221;. Na verdade, em 12 das 12 quest\u00f5es presentes no slide mencionado acima &#8211; como quest\u00f5es alimentares, solid\u00e3o, ansiedade e tristeza -, os adolescentes que disseram ter passado por alguns desses desafios eram mais propensos a dizer que o Instagram tornou essas quest\u00f5es <\/span><b>melhores<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> vs. piores.<\/span><\/p>\n<p><b>WSJ disse: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">\u201cOs adolescentes culpam o Instagram pelo aumento da taxa de ansiedade e depress\u00e3o&#8221;, disse outro slide. &#8220;Esta rea\u00e7\u00e3o foi espont\u00e2nea e consistente em todos os grupos\u201d.<\/span><\/p>\n<p><b>O que os dados mostram: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Essas descobertas v\u00eam de um conjunto de grupos focais<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">com uma pequena amostra de 40 usu\u00e1rios adolescentes do Instagram nos Estados Unidos e no Reino Unido que lutam com a imagem corporal, autoestima, humor negativo e\/ou outros problemas. O que o The Wall Street Journal deixou de fora foi uma outra descoberta importante parte do mesmo estudo: que os mesmos usu\u00e1rios adolescentes dizem que os efeitos gerais do Instagram s\u00e3o <\/span><b>positivos<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> para eles. Al\u00e9m disso, com base na pesquisa que o jornal deixou de fora, 8 em cada 10 adolescentes norte-americanos que usam o Instagram e responderam a uma pesquisa disseram que o Instagram os fez sentir melhor sobre si mesmos ou n\u00e3o teve nenhum efeito em como eles se sentem. Aqui est\u00e3o alguns outros detalhes importantes sobre os slide acima:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">Entre as adolescentes que disseram ter sentido<\/span><b> tristeza<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> no \u00faltimo m\u00eas, 57% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 34% disseram que o Instagram n\u00e3o teve impacto. 9% disseram que o Instagram tornou a situa\u00e7\u00e3o pior.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">Entre adolescentes meninas que disseram ter sentido <\/span><b>solid\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> no m\u00eas anterior, 51% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 36% disseram que o Instagram n\u00e3o teve impacto. 13% disseram que o Instagram tornou a situa\u00e7\u00e3o pior.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400\"><span style=\"font-weight: 400\">Novamente, entre as adolescentes que disseram ter experimentado <\/span><b>ansiedade<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> no m\u00eas anterior, os n\u00fameros s\u00e3o semelhantes: 40% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 48% disseram que n\u00e3o fez diferen\u00e7a. 12% disseram que o Instagram piorou as coisas.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><b>WSJ disse: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;Entre os adolescentes que reportaram ter pensamentos suicidas, 13% dos usu\u00e1rios brit\u00e2nicos e 6% dos norte-americanos relacionavam o desejo de se matar ao Instagram, mostrou uma apresenta\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><b>O que os dados mostram: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Quando damos um passo para tr\u00e1s e analisamos o conjunto completo de dados, cerca de 1% de todo o grupo de adolescentes que participou da pesquisa disse que tinha pensamentos suicidas e que sentiam ter come\u00e7ado no Instagram&#8221;<\/span><span style=\"font-weight: 400\">. \u00c9 claro que uma pessoa que sinta isso j\u00e1 \u00e9 muito. \u00c9 por isso que temos investido tanto em apoio, recursos e interven\u00e7\u00f5es para as pessoas que usam os nossos servi\u00e7os. Al\u00e9m disso, uma parte da mesma pesquisa citada pelo jornal no slide acima mostra que 38% das meninas adolescentes que disseram sofrer com pensamentos suicidas e de automutila\u00e7\u00e3o disseram que o Instagram tornava essas quest\u00f5es melhores para elas, e 49% disse que n\u00e3o tinha impacto.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>WSJ disse: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">&#8220;Mas um crescente corpo de evid\u00eancias do pr\u00f3prio Facebook mostra que o Instagram pode ser prejudicial para muitos. Em um estudo com adolescentes dos Estados Unidos e do Reino Unido, o Facebook descobriu que mais de 40% dos usu\u00e1rios do Instagram que reportaram se sentirem &#8220;pouco atraentes&#8221; disseram que a sensa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no aplicativo. Cerca de um quarto dos adolescentes que reportaram sentirem-se &#8220;n\u00e3o bons o suficiente&#8221; disseram que a sensa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no Instagram. Muitos tamb\u00e9m disseram que o aplicativo minava sua autoconfian\u00e7a e a for\u00e7a de suas amizades.&#8221;<\/span><\/p>\n<p><b>O que os dados mostram: <\/b><span style=\"font-weight: 400\">Um dos estudos citados pelo The Wall Street Journal destaca que os adolescentes que usam Instagram nos Estados Unidos e no Reino Unido t\u00eam tr\u00eas vezes mais chances de dizer que o Instagram faz com que se sintam melhores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas vidas, em vez de piores.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> Esse \u00e9 exatamente o motivo pelo qual investimos nessa pesquisa &#8211; e por termos feito esses investimentos, pudemos nos dedicar para trabalhar especificamente essas quest\u00f5es: para minimizar a parte ruim e maximizar a boa. Mas sugerir que o Instagram \u00e9 t\u00f3xico para adolescentes \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o que simplesmente n\u00e3o est\u00e1 baseada em fatos.\u00a0\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><em><span style=\"font-weight: 400\">\u00b9 Pesquisamos jovens a partir de 13 anos e perguntamos se eles tinham vivenciado uma s\u00e9rie de problemas. Se eles diziam ter sofrido com um problema, perguntamos se o Instagram os fez sentir melhor, pior ou n\u00e3o teve impacto.<br \/>\n<\/span><\/em><em><b>\u00b2 <\/b><span style=\"font-weight: 400\">De acordo com os dados brutos n\u00e3o ponderados, a pesquisa incluiu 1.296 adolescentes nos Estados Unidos e 1.309 adolescentes no Reino Unido, perguntando a eles se tinham vivenciado uma s\u00e9rie de sentimentos ou experi\u00eancias no \u00faltimo m\u00eas. Entre os que declararam ter tido pensamentos suicidas, perguntamos se os sentimentos tinham come\u00e7ado no Instagram. Um percentual muito pequeno do total de adolescentes pesquisados (cerca de 1%) disse que tinham tido esses pensamentos e que sentiam que eles come\u00e7aram no Instagram.<br \/>\n<\/span><\/em><em><span style=\"font-weight: 400\">\u00b3 A pesquisa mostra que 346 adolescentes nos Estados Unidos disseram que o Instagram fez com que eles se sentissem muito ou de certa forma melhor sobre suas vidas, enquanto 137 disseram que o Instagram os fez se sentirem pior ou de certa forma pior sobre suas vidas. Este gr\u00e1fico demonstra que os adolescentes s\u00e3o mais propensos a perceber que o Instagram tem um impacto mais positivo sobre como eles se sentem sobre suas vidas do que n\u00e3o. Houve resultados semelhantes no Reino Unido.<\/span><\/em><\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Atualiza\u00e7\u00e3o em 29 de setembro de 2021: Hoje entregamos ao Congresso Americano os dois documentos de apresenta\u00e7\u00e3o completos das pesquisas que foram o principal foco do jornal The Wall Street Journal ao distorcerem pesquisas internas do Instagram sobre adolescentes e bem-estar. Adicionamos anota\u00e7\u00f5es a cada slide que fornecem mais contexto, porque esse tipo de pesquisa \u00e9 projetada para informar conversas internas e os documentos foram criados e utilizados por pessoas que entendiam as limita\u00e7\u00f5es da pesquisa. Agora, estamos apresentando publicamente esses dois documentos e suas anota\u00e7\u00f5es. Adolescentes e Instagram: apresenta\u00e7\u00e3o com anota\u00e7\u00f5es 1 Adolescentes e Instagram: apresenta\u00e7\u00e3o com anota\u00e7\u00f5es 2 Originalmente publicado em 26 de setembro de 2021: Ao contr\u00e1rio do que o The Wall Street Journal apresenta, a pesquisa do Instagram mostra que em 11 de 12 quest\u00f5es relacionadas a bem-estar, meninas adolescentes que disseram j\u00e1 ter lidado com essas dificuldades tamb\u00e9m disseram que o Instagram fez com que se sentissem melhores, em vez de piores.\u00a0 Esta pesquisa, assim como outras pesquisas externas sobre essas quest\u00f5es, revelou que adolescentes relatam tanto experi\u00eancias positivas quanto negativas com m\u00eddias sociais. Realizamos pesquisas internas para descobrir qual a melhor forma de aprimorar a experi\u00eancia dos adolescentes, e essas pesquisas t\u00eam ajudado a direcionar mudan\u00e7as no produto, bem como novos recursos.\u00a0 Antes da presen\u00e7a da Head Global de Seguran\u00e7a do Facebook, Antigone Davis, perante um Subcomit\u00ea de Com\u00e9rcio do Senado dos Estados Unidos na quinta-feira, queremos ser claros sobre o que a pesquisa recentemente descrita pelo The Wall Street Journal mostra e o que n\u00e3o mostra. Simplesmente n\u00e3o \u00e9 correto dizer que a pesquisa demonstra que o Instagram \u00e9 &#8220;t\u00f3xico&#8221; para meninas adolescentes. A pesquisa demonstrou, na verdade, que muitos adolescentes ouvidos sentiram que usar o Instagram os ajuda quando est\u00e3o passando por momentos dif\u00edceis e problemas comuns dessa fase da vida. 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Essa pesquisa, que em parte contou com a contribui\u00e7\u00e3o de apenas 40 adolescentes, foi projetada para informar conversas internas sobre as percep\u00e7\u00f5es mais negativas de adolescentes sobre o Instagram. N\u00e3o mediu rela\u00e7\u00f5es causais entre o Instagram e problemas do mundo real. Esses documentos tamb\u00e9m foram criados para e usados por pessoas que entenderam as limita\u00e7\u00f5es da pesquisa, motivo pelo qual elas ocasionalmente usam linguagem simplificada, especialmente nos t\u00edtulos, e n\u00e3o fazem ressalvas em cada slide. Estudar quest\u00f5es sociais importantes como essas e o que as impacta \u00e9 um trabalho complexo e repleto de nuances. A reportagem do The Wall Street Journal insinua que est\u00e1vamos escondendo essa pesquisa e que os resultados s\u00e3o surpreendentes, o que n\u00e3o \u00e9 correto. N\u00e3o apenas j\u00e1 temos falado sobre os pontos fortes e fracos das redes sociais com rela\u00e7\u00e3o a bem-estar publicamente por mais de uma d\u00e9cada, como pesquisadores externos tamb\u00e9m j\u00e1 o fizeram. Por exemplo, uma pesquisa e entrevistas conduzidas por Harvard constatou que os adolescentes viam as redes sociais &#8220;predominantemente&#8221; de forma positiva, embora tenham reportado impactos positivos e negativos em suas rela\u00e7\u00f5es sociais e auto express\u00e3o. Segundo\u00a0 pesquisa da Pew Internet, a maior parte dos adolescentes credita acontecimentos positivos \u00e0s redes sociais, 81% disse que elas os ajudam a gerar conex\u00f5es, embora outros tamb\u00e9m destacaram os impactos negativos, como os 43% que disseram sentirem-se pressionados a postar conte\u00fado que os fa\u00e7a &#8220;parecer bem&#8221; aos olhos alheios.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Nossa pesquisa interna \u00e9 parte do nosso esfor\u00e7o para minimizar o que h\u00e1 de ruim em nossas plataformas e maximizar o que h\u00e1 de bom. Investimos nessa pesquisa para identificar proativamente onde podemos melhorar &#8211; em raz\u00e3o disso, os piores resultados poss\u00edveis s\u00e3o destacados na apresenta\u00e7\u00e3o interna. Por\u00e9m, o mais importante dessa pesquisa \u00e9 o que fizemos com ela. Temos um longo hist\u00f3rico de uso de nossas pesquisas, bem como estudos externos e estreita colabora\u00e7\u00e3o com nosso Conselho Consultivo de Seguran\u00e7a, Youth Advisors , al\u00e9m de outros especialistas e organiza\u00e7\u00f5es, para informar mudan\u00e7as em nossos aplicativos e fornecer recursos para as pessoas que os usam. Por exemplo, no Instagram:\u00a0 Apresentamos novos recursos para apoiar pessoas que lutam com problemas de imagem corporal e uma op\u00e7\u00e3o dedicada de den\u00fancia para conte\u00fado relacionado a dist\u00farbios alimentares. Atualizamos nossas pol\u00edticas para remover todo conte\u00fado grafico relacionado a suic\u00eddio, e tomamos medidas para proteger pessoas vulner\u00e1veis de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 conte\u00fado relacionado a suic\u00eddio e automutila\u00e7\u00e3o em espa\u00e7os como o Explorar. Lan\u00e7amos o Restringir, que permite que as pessoas se protejam de bullying, sem medo de retalia\u00e7\u00e3o. Uma ideia que acreditamos ser promissora \u00e9 encontrar oportunidades de intervir se virmos pessoas se concentrando em certos tipos de conte\u00fado. Esperamos que esses est\u00edmulos ajudem a direcionar as pessoas para um conte\u00fado que as inspire e as anime. Abaixo, comparamos o que o The Wall Street Journal disse com o que a pesquisa revelou: WSJ disse: &#8220;Repetidamente, os pesquisadores da empresa conclu\u00edram que o Instagram \u00e9 prejudicial para um percentual consider\u00e1vel deles (jovens usu\u00e1rios), mais notavelmente para meninas adolescentes. &#8216;Tornamos as quest\u00f5es de imagem corporal piores para uma em cada tr\u00eas adolescentes meninas&#8217;, dizia um slide de 2019, resumindo a pesquisa sobre meninas adolescentes que vivenciam esses problemas.&#8221; \u00a0 O que os dados mostram: O slide em quest\u00e3o, n\u00e3o publicado pelo Wall Street Journal na reportagem e que estamos divulgando abaixo, mostra que o Instagram ajuda muitos adolescentes a lidar com algumas das mais dif\u00edceis quest\u00f5es que vivem. Em 11 de 12 quest\u00f5es presentes nos slides mencionados pelo jornal, que abordavam problemas alimentares, solid\u00e3o, ansiedade e tristeza, meninas adolescentes que afirmaram viver esses desafios eram mais propensas a dizer que o Instagram melhorava essas quest\u00f5es, em vez de pior\u00e1-las. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o era imagem corporal. Embora o t\u00edtulo do slide interno n\u00e3o dissesse explicitamente, a pesquisa mostra que uma em tr\u00eas dessas meninas adolescentes que disseram enfrentar quest\u00f5es relacionadas \u00e0 imagem corporal reportaram que usar o Instagram fazia sentirem-se piores &#8211; e n\u00e3o uma a cada tr\u00eas do total de adolescentes meninas. Esta \u00e9 uma diferencia\u00e7\u00e3o importante que n\u00e3o est\u00e1 expl\u00edcita na reportagem do The Wall Street Journal. E, entre as mesmas meninas que disseram sofrer com quest\u00f5es relacionadas \u00e0 imagem corporal, 22% disseram que usar o Instagram fazia sentirem-se melhor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas quest\u00f5es com imagem corporal e 45,5% disseram que o Instagram n\u00e3o tornou nem pior, nem melhor (sem impacto). WSJ disse: \u201cOs meninos adolescentes n\u00e3o est\u00e3o imunes. No mergulho aprofundado que os pesquisadores do Facebook conduziram sobre sa\u00fade mental em 2019, eles descobriram que 14% dos meninos nos Estados Unidos disseram que o Instagram os fazia se sentir pior sobre si mesmos. Em seu relat\u00f3rio sobre imagem corporal em 2020, os pesquisadores do Facebook descobriram que 40% dos meninos adolescentes vivenciam compara\u00e7\u00e3o social negativa.\u201d O que os dados mostram: O que o estudo tamb\u00e9m disse foi que 50% dos adolescentes nos Estados Unidos e 36% dos adolescentes no Reino Unido (que usam Instagram e responderam uma pesquisa) disseram se sentirem melhor com eles mesmos depois de usar o Instagram, incluindo 18% dos adolescentes nos Estados Unidos dizendo que se sentiram &#8220;muito melhor&#8221;. Na verdade, em 12 das 12 quest\u00f5es presentes no slide mencionado acima &#8211; como quest\u00f5es alimentares, solid\u00e3o, ansiedade e tristeza -, os adolescentes que disseram ter passado por alguns desses desafios eram mais propensos a dizer que o Instagram tornou essas quest\u00f5es melhores vs. piores. WSJ disse: \u201cOs adolescentes culpam o Instagram pelo aumento da taxa de ansiedade e depress\u00e3o&#8221;, disse outro slide. &#8220;Esta rea\u00e7\u00e3o foi espont\u00e2nea e consistente em todos os grupos\u201d. O que os dados mostram: Essas descobertas v\u00eam de um conjunto de grupos focais com uma pequena amostra de 40 usu\u00e1rios adolescentes do Instagram nos Estados Unidos e no Reino Unido que lutam com a imagem corporal, autoestima, humor negativo e\/ou outros problemas. O que o The Wall Street Journal deixou de fora foi uma outra descoberta importante parte do mesmo estudo: que os mesmos usu\u00e1rios adolescentes dizem que os efeitos gerais do Instagram s\u00e3o positivos para eles. Al\u00e9m disso, com base na pesquisa que o jornal deixou de fora, 8 em cada 10 adolescentes norte-americanos que usam o Instagram e responderam a uma pesquisa disseram que o Instagram os fez sentir melhor sobre si mesmos ou n\u00e3o teve nenhum efeito em como eles se sentem. Aqui est\u00e3o alguns outros detalhes importantes sobre os slide acima: Entre as adolescentes que disseram ter sentido tristeza no \u00faltimo m\u00eas, 57% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 34% disseram que o Instagram n\u00e3o teve impacto. 9% disseram que o Instagram tornou a situa\u00e7\u00e3o pior. Entre adolescentes meninas que disseram ter sentido solid\u00e3o no m\u00eas anterior, 51% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 36% disseram que o Instagram n\u00e3o teve impacto. 13% disseram que o Instagram tornou a situa\u00e7\u00e3o pior. Novamente, entre as adolescentes que disseram ter experimentado ansiedade no m\u00eas anterior, os n\u00fameros s\u00e3o semelhantes: 40% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 48% disseram que n\u00e3o fez diferen\u00e7a. 12% disseram que o Instagram piorou as coisas. WSJ disse: &#8220;Entre os adolescentes que reportaram ter pensamentos suicidas, 13% dos usu\u00e1rios brit\u00e2nicos e 6% dos norte-americanos relacionavam o desejo de se matar ao Instagram, mostrou uma apresenta\u00e7\u00e3o.&#8221; O que os dados mostram: Quando damos um passo para tr\u00e1s e analisamos o conjunto completo de dados, cerca de 1% de todo o grupo de adolescentes que participou da pesquisa disse que tinha pensamentos suicidas e que sentiam ter come\u00e7ado no Instagram&#8221;. \u00c9 claro que uma pessoa que sinta isso j\u00e1 \u00e9 muito. \u00c9 por isso que temos investido tanto em apoio, recursos e interven\u00e7\u00f5es para as pessoas que usam os nossos servi\u00e7os. Al\u00e9m disso, uma parte da mesma pesquisa citada pelo jornal no slide acima mostra que 38% das meninas adolescentes que disseram sofrer com pensamentos suicidas e de automutila\u00e7\u00e3o disseram que o Instagram tornava essas quest\u00f5es melhores para elas, e 49% disse que n\u00e3o tinha impacto.\u00a0\u00a0 WSJ disse: &#8220;Mas um crescente corpo de evid\u00eancias do pr\u00f3prio Facebook mostra que o Instagram pode ser prejudicial para muitos. Em um estudo com adolescentes dos Estados Unidos e do Reino Unido, o Facebook descobriu que mais de 40% dos usu\u00e1rios do Instagram que reportaram se sentirem &#8220;pouco atraentes&#8221; disseram que a sensa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no aplicativo. Cerca de um quarto dos adolescentes que reportaram sentirem-se &#8220;n\u00e3o bons o suficiente&#8221; disseram que a sensa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no Instagram. Muitos tamb\u00e9m disseram que o aplicativo minava sua autoconfian\u00e7a e a for\u00e7a de suas amizades.&#8221; O que os dados mostram: Um dos estudos citados pelo The Wall Street Journal destaca que os adolescentes que usam Instagram nos Estados Unidos e no Reino Unido t\u00eam tr\u00eas vezes mais chances de dizer que o Instagram faz com que se sintam melhores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas vidas, em vez de piores. Esse \u00e9 exatamente o motivo pelo qual investimos nessa pesquisa &#8211; e por termos feito esses investimentos, pudemos nos dedicar para trabalhar especificamente essas quest\u00f5es: para minimizar a parte ruim e maximizar a boa. Mas sugerir que o Instagram \u00e9 t\u00f3xico para adolescentes \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o que simplesmente n\u00e3o est\u00e1 baseada em fatos.\u00a0\u00a0\u00a0 &nbsp; \u00b9 Pesquisamos jovens a partir de 13 anos e perguntamos se eles tinham vivenciado uma s\u00e9rie de problemas. Se eles diziam ter sofrido com um problema, perguntamos se o Instagram os fez sentir melhor, pior ou n\u00e3o teve impacto. \u00b2 De acordo com os dados brutos n\u00e3o ponderados, a pesquisa incluiu 1.296 adolescentes nos Estados Unidos e 1.309 adolescentes no Reino Unido, perguntando a eles se tinham vivenciado uma s\u00e9rie de sentimentos ou experi\u00eancias no \u00faltimo m\u00eas. Entre os que declararam ter tido pensamentos suicidas, perguntamos se os sentimentos tinham come\u00e7ado no Instagram. Um percentual muito pequeno do total de adolescentes pesquisados (cerca de 1%) disse que tinham tido esses pensamentos e que sentiam que eles come\u00e7aram no Instagram. \u00b3 A pesquisa mostra que 346 adolescentes nos Estados Unidos disseram que o Instagram fez com que eles se sentissem muito ou de certa forma melhor sobre suas vidas, enquanto 137 disseram que o Instagram os fez se sentirem pior ou de certa forma pior sobre suas vidas. Este gr\u00e1fico demonstra que os adolescentes s\u00e3o mais propensos a perceber que o Instagram tem um impacto mais positivo sobre como eles se sentem sobre suas vidas do que n\u00e3o. Houve resultados semelhantes no Reino Unido.","protected":false},"author":123719055,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-23244","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-recent-news"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O que nossas pesquisas realmente dizem sobre bem-estar de adolescentes e Instagram | Sobre a Meta<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2021\/09\/o-que-nossas-pesquisas-realmente-dizem-sobre-bem-estar-de-adolescentes-e-instagram\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O que nossas pesquisas realmente dizem sobre bem-estar de adolescentes e Instagram | Sobre a Meta\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Atualiza\u00e7\u00e3o em 29 de setembro de 2021: Hoje entregamos ao Congresso Americano os dois documentos de apresenta\u00e7\u00e3o completos das pesquisas que foram o principal foco do jornal The Wall Street Journal ao distorcerem pesquisas internas do Instagram sobre adolescentes e bem-estar. Adicionamos anota\u00e7\u00f5es a cada slide que fornecem mais contexto, porque esse tipo de pesquisa \u00e9 projetada para informar conversas internas e os documentos foram criados e utilizados por pessoas que entendiam as limita\u00e7\u00f5es da pesquisa. Agora, estamos apresentando publicamente esses dois documentos e suas anota\u00e7\u00f5es. Adolescentes e Instagram: apresenta\u00e7\u00e3o com anota\u00e7\u00f5es 1 Adolescentes e Instagram: apresenta\u00e7\u00e3o com anota\u00e7\u00f5es 2 Originalmente publicado em 26 de setembro de 2021: Ao contr\u00e1rio do que o The Wall Street Journal apresenta, a pesquisa do Instagram mostra que em 11 de 12 quest\u00f5es relacionadas a bem-estar, meninas adolescentes que disseram j\u00e1 ter lidado com essas dificuldades tamb\u00e9m disseram que o Instagram fez com que se sentissem melhores, em vez de piores.\u00a0 Esta pesquisa, assim como outras pesquisas externas sobre essas quest\u00f5es, revelou que adolescentes relatam tanto experi\u00eancias positivas quanto negativas com m\u00eddias sociais. 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De fato, em 11 das 12 \u00e1reas mencionadas no slide citado pelo The Wall Street Journal &#8211; que incluem \u00e1reas s\u00e9rias como solid\u00e3o, ansiedade, tristeza e problemas alimentares -, mais adolescentes que passaram por esses problemas disseram que o Instagram tornou esses momentos dif\u00edceis melhores, em vez de piores. Imagem corporal foi a \u00fanica \u00e1rea em que meninas adolescentes que relataram j\u00e1 ter problemas relacionados disseram que o Instagram ajudou a piorar, comparado com outras 11 \u00e1reas. Mas, tamb\u00e9m, a maioria das adolescentes que teve problemas de imagem corporal disse que o Instagram ou ajudou a melhorar ou n\u00e3o teve impacto. Vamos entrar em mais detalhes abaixo sobre os pontos da pesquisa explorados pelo The Wall Street Journal. Al\u00e9m de contextualizar descobertas espec\u00edficas, \u00e9 fundamental deixar clara a natureza dessa pesquisa. 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Abaixo, comparamos o que o The Wall Street Journal disse com o que a pesquisa revelou: WSJ disse: &#8220;Repetidamente, os pesquisadores da empresa conclu\u00edram que o Instagram \u00e9 prejudicial para um percentual consider\u00e1vel deles (jovens usu\u00e1rios), mais notavelmente para meninas adolescentes. &#8216;Tornamos as quest\u00f5es de imagem corporal piores para uma em cada tr\u00eas adolescentes meninas&#8217;, dizia um slide de 2019, resumindo a pesquisa sobre meninas adolescentes que vivenciam esses problemas.&#8221; \u00a0 O que os dados mostram: O slide em quest\u00e3o, n\u00e3o publicado pelo Wall Street Journal na reportagem e que estamos divulgando abaixo, mostra que o Instagram ajuda muitos adolescentes a lidar com algumas das mais dif\u00edceis quest\u00f5es que vivem. Em 11 de 12 quest\u00f5es presentes nos slides mencionados pelo jornal, que abordavam problemas alimentares, solid\u00e3o, ansiedade e tristeza, meninas adolescentes que afirmaram viver esses desafios eram mais propensas a dizer que o Instagram melhorava essas quest\u00f5es, em vez de pior\u00e1-las. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o era imagem corporal. Embora o t\u00edtulo do slide interno n\u00e3o dissesse explicitamente, a pesquisa mostra que uma em tr\u00eas dessas meninas adolescentes que disseram enfrentar quest\u00f5es relacionadas \u00e0 imagem corporal reportaram que usar o Instagram fazia sentirem-se piores &#8211; e n\u00e3o uma a cada tr\u00eas do total de adolescentes meninas. Esta \u00e9 uma diferencia\u00e7\u00e3o importante que n\u00e3o est\u00e1 expl\u00edcita na reportagem do The Wall Street Journal. E, entre as mesmas meninas que disseram sofrer com quest\u00f5es relacionadas \u00e0 imagem corporal, 22% disseram que usar o Instagram fazia sentirem-se melhor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas quest\u00f5es com imagem corporal e 45,5% disseram que o Instagram n\u00e3o tornou nem pior, nem melhor (sem impacto). WSJ disse: \u201cOs meninos adolescentes n\u00e3o est\u00e3o imunes. No mergulho aprofundado que os pesquisadores do Facebook conduziram sobre sa\u00fade mental em 2019, eles descobriram que 14% dos meninos nos Estados Unidos disseram que o Instagram os fazia se sentir pior sobre si mesmos. Em seu relat\u00f3rio sobre imagem corporal em 2020, os pesquisadores do Facebook descobriram que 40% dos meninos adolescentes vivenciam compara\u00e7\u00e3o social negativa.\u201d O que os dados mostram: O que o estudo tamb\u00e9m disse foi que 50% dos adolescentes nos Estados Unidos e 36% dos adolescentes no Reino Unido (que usam Instagram e responderam uma pesquisa) disseram se sentirem melhor com eles mesmos depois de usar o Instagram, incluindo 18% dos adolescentes nos Estados Unidos dizendo que se sentiram &#8220;muito melhor&#8221;. Na verdade, em 12 das 12 quest\u00f5es presentes no slide mencionado acima &#8211; como quest\u00f5es alimentares, solid\u00e3o, ansiedade e tristeza -, os adolescentes que disseram ter passado por alguns desses desafios eram mais propensos a dizer que o Instagram tornou essas quest\u00f5es melhores vs. piores. WSJ disse: \u201cOs adolescentes culpam o Instagram pelo aumento da taxa de ansiedade e depress\u00e3o&#8221;, disse outro slide. &#8220;Esta rea\u00e7\u00e3o foi espont\u00e2nea e consistente em todos os grupos\u201d. O que os dados mostram: Essas descobertas v\u00eam de um conjunto de grupos focais com uma pequena amostra de 40 usu\u00e1rios adolescentes do Instagram nos Estados Unidos e no Reino Unido que lutam com a imagem corporal, autoestima, humor negativo e\/ou outros problemas. O que o The Wall Street Journal deixou de fora foi uma outra descoberta importante parte do mesmo estudo: que os mesmos usu\u00e1rios adolescentes dizem que os efeitos gerais do Instagram s\u00e3o positivos para eles. Al\u00e9m disso, com base na pesquisa que o jornal deixou de fora, 8 em cada 10 adolescentes norte-americanos que usam o Instagram e responderam a uma pesquisa disseram que o Instagram os fez sentir melhor sobre si mesmos ou n\u00e3o teve nenhum efeito em como eles se sentem. Aqui est\u00e3o alguns outros detalhes importantes sobre os slide acima: Entre as adolescentes que disseram ter sentido tristeza no \u00faltimo m\u00eas, 57% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 34% disseram que o Instagram n\u00e3o teve impacto. 9% disseram que o Instagram tornou a situa\u00e7\u00e3o pior. Entre adolescentes meninas que disseram ter sentido solid\u00e3o no m\u00eas anterior, 51% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 36% disseram que o Instagram n\u00e3o teve impacto. 13% disseram que o Instagram tornou a situa\u00e7\u00e3o pior. Novamente, entre as adolescentes que disseram ter experimentado ansiedade no m\u00eas anterior, os n\u00fameros s\u00e3o semelhantes: 40% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 48% disseram que n\u00e3o fez diferen\u00e7a. 12% disseram que o Instagram piorou as coisas. WSJ disse: &#8220;Entre os adolescentes que reportaram ter pensamentos suicidas, 13% dos usu\u00e1rios brit\u00e2nicos e 6% dos norte-americanos relacionavam o desejo de se matar ao Instagram, mostrou uma apresenta\u00e7\u00e3o.&#8221; O que os dados mostram: Quando damos um passo para tr\u00e1s e analisamos o conjunto completo de dados, cerca de 1% de todo o grupo de adolescentes que participou da pesquisa disse que tinha pensamentos suicidas e que sentiam ter come\u00e7ado no Instagram&#8221;. \u00c9 claro que uma pessoa que sinta isso j\u00e1 \u00e9 muito. \u00c9 por isso que temos investido tanto em apoio, recursos e interven\u00e7\u00f5es para as pessoas que usam os nossos servi\u00e7os. Al\u00e9m disso, uma parte da mesma pesquisa citada pelo jornal no slide acima mostra que 38% das meninas adolescentes que disseram sofrer com pensamentos suicidas e de automutila\u00e7\u00e3o disseram que o Instagram tornava essas quest\u00f5es melhores para elas, e 49% disse que n\u00e3o tinha impacto.\u00a0\u00a0 WSJ disse: &#8220;Mas um crescente corpo de evid\u00eancias do pr\u00f3prio Facebook mostra que o Instagram pode ser prejudicial para muitos. Em um estudo com adolescentes dos Estados Unidos e do Reino Unido, o Facebook descobriu que mais de 40% dos usu\u00e1rios do Instagram que reportaram se sentirem &#8220;pouco atraentes&#8221; disseram que a sensa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no aplicativo. Cerca de um quarto dos adolescentes que reportaram sentirem-se &#8220;n\u00e3o bons o suficiente&#8221; disseram que a sensa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no Instagram. Muitos tamb\u00e9m disseram que o aplicativo minava sua autoconfian\u00e7a e a for\u00e7a de suas amizades.&#8221; O que os dados mostram: Um dos estudos citados pelo The Wall Street Journal destaca que os adolescentes que usam Instagram nos Estados Unidos e no Reino Unido t\u00eam tr\u00eas vezes mais chances de dizer que o Instagram faz com que se sintam melhores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas vidas, em vez de piores. Esse \u00e9 exatamente o motivo pelo qual investimos nessa pesquisa &#8211; e por termos feito esses investimentos, pudemos nos dedicar para trabalhar especificamente essas quest\u00f5es: para minimizar a parte ruim e maximizar a boa. Mas sugerir que o Instagram \u00e9 t\u00f3xico para adolescentes \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o que simplesmente n\u00e3o est\u00e1 baseada em fatos.\u00a0\u00a0\u00a0 &nbsp; \u00b9 Pesquisamos jovens a partir de 13 anos e perguntamos se eles tinham vivenciado uma s\u00e9rie de problemas. Se eles diziam ter sofrido com um problema, perguntamos se o Instagram os fez sentir melhor, pior ou n\u00e3o teve impacto. \u00b2 De acordo com os dados brutos n\u00e3o ponderados, a pesquisa incluiu 1.296 adolescentes nos Estados Unidos e 1.309 adolescentes no Reino Unido, perguntando a eles se tinham vivenciado uma s\u00e9rie de sentimentos ou experi\u00eancias no \u00faltimo m\u00eas. Entre os que declararam ter tido pensamentos suicidas, perguntamos se os sentimentos tinham come\u00e7ado no Instagram. Um percentual muito pequeno do total de adolescentes pesquisados (cerca de 1%) disse que tinham tido esses pensamentos e que sentiam que eles come\u00e7aram no Instagram. \u00b3 A pesquisa mostra que 346 adolescentes nos Estados Unidos disseram que o Instagram fez com que eles se sentissem muito ou de certa forma melhor sobre suas vidas, enquanto 137 disseram que o Instagram os fez se sentirem pior ou de certa forma pior sobre suas vidas. Este gr\u00e1fico demonstra que os adolescentes s\u00e3o mais propensos a perceber que o Instagram tem um impacto mais positivo sobre como eles se sentem sobre suas vidas do que n\u00e3o. Houve resultados semelhantes no Reino Unido.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2021\/09\/o-que-nossas-pesquisas-realmente-dizem-sobre-bem-estar-de-adolescentes-e-instagram\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Sobre a Meta\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-09-26T23:52:01+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2021-09-30T12:39:18+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2021\/09\/IG-research.png?w=890\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"cesarbianconi\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Meta\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"10 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" 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Adicionamos anota\u00e7\u00f5es a cada slide que fornecem mais contexto, porque esse tipo de pesquisa \u00e9 projetada para informar conversas internas e os documentos foram criados e utilizados por pessoas que entendiam as limita\u00e7\u00f5es da pesquisa. Agora, estamos apresentando publicamente esses dois documentos e suas anota\u00e7\u00f5es. Adolescentes e Instagram: apresenta\u00e7\u00e3o com anota\u00e7\u00f5es 1 Adolescentes e Instagram: apresenta\u00e7\u00e3o com anota\u00e7\u00f5es 2 Originalmente publicado em 26 de setembro de 2021: Ao contr\u00e1rio do que o The Wall Street Journal apresenta, a pesquisa do Instagram mostra que em 11 de 12 quest\u00f5es relacionadas a bem-estar, meninas adolescentes que disseram j\u00e1 ter lidado com essas dificuldades tamb\u00e9m disseram que o Instagram fez com que se sentissem melhores, em vez de piores.\u00a0 Esta pesquisa, assim como outras pesquisas externas sobre essas quest\u00f5es, revelou que adolescentes relatam tanto experi\u00eancias positivas quanto negativas com m\u00eddias sociais. Realizamos pesquisas internas para descobrir qual a melhor forma de aprimorar a experi\u00eancia dos adolescentes, e essas pesquisas t\u00eam ajudado a direcionar mudan\u00e7as no produto, bem como novos recursos.\u00a0 Antes da presen\u00e7a da Head Global de Seguran\u00e7a do Facebook, Antigone Davis, perante um Subcomit\u00ea de Com\u00e9rcio do Senado dos Estados Unidos na quinta-feira, queremos ser claros sobre o que a pesquisa recentemente descrita pelo The Wall Street Journal mostra e o que n\u00e3o mostra. Simplesmente n\u00e3o \u00e9 correto dizer que a pesquisa demonstra que o Instagram \u00e9 &#8220;t\u00f3xico&#8221; para meninas adolescentes. A pesquisa demonstrou, na verdade, que muitos adolescentes ouvidos sentiram que usar o Instagram os ajuda quando est\u00e3o passando por momentos dif\u00edceis e problemas comuns dessa fase da vida. De fato, em 11 das 12 \u00e1reas mencionadas no slide citado pelo The Wall Street Journal &#8211; que incluem \u00e1reas s\u00e9rias como solid\u00e3o, ansiedade, tristeza e problemas alimentares -, mais adolescentes que passaram por esses problemas disseram que o Instagram tornou esses momentos dif\u00edceis melhores, em vez de piores. Imagem corporal foi a \u00fanica \u00e1rea em que meninas adolescentes que relataram j\u00e1 ter problemas relacionados disseram que o Instagram ajudou a piorar, comparado com outras 11 \u00e1reas. Mas, tamb\u00e9m, a maioria das adolescentes que teve problemas de imagem corporal disse que o Instagram ou ajudou a melhorar ou n\u00e3o teve impacto. Vamos entrar em mais detalhes abaixo sobre os pontos da pesquisa explorados pelo The Wall Street Journal. Al\u00e9m de contextualizar descobertas espec\u00edficas, \u00e9 fundamental deixar clara a natureza dessa pesquisa. Essa pesquisa, que em parte contou com a contribui\u00e7\u00e3o de apenas 40 adolescentes, foi projetada para informar conversas internas sobre as percep\u00e7\u00f5es mais negativas de adolescentes sobre o Instagram. N\u00e3o mediu rela\u00e7\u00f5es causais entre o Instagram e problemas do mundo real. Esses documentos tamb\u00e9m foram criados para e usados por pessoas que entenderam as limita\u00e7\u00f5es da pesquisa, motivo pelo qual elas ocasionalmente usam linguagem simplificada, especialmente nos t\u00edtulos, e n\u00e3o fazem ressalvas em cada slide. Estudar quest\u00f5es sociais importantes como essas e o que as impacta \u00e9 um trabalho complexo e repleto de nuances. A reportagem do The Wall Street Journal insinua que est\u00e1vamos escondendo essa pesquisa e que os resultados s\u00e3o surpreendentes, o que n\u00e3o \u00e9 correto. N\u00e3o apenas j\u00e1 temos falado sobre os pontos fortes e fracos das redes sociais com rela\u00e7\u00e3o a bem-estar publicamente por mais de uma d\u00e9cada, como pesquisadores externos tamb\u00e9m j\u00e1 o fizeram. Por exemplo, uma pesquisa e entrevistas conduzidas por Harvard constatou que os adolescentes viam as redes sociais &#8220;predominantemente&#8221; de forma positiva, embora tenham reportado impactos positivos e negativos em suas rela\u00e7\u00f5es sociais e auto express\u00e3o. Segundo\u00a0 pesquisa da Pew Internet, a maior parte dos adolescentes credita acontecimentos positivos \u00e0s redes sociais, 81% disse que elas os ajudam a gerar conex\u00f5es, embora outros tamb\u00e9m destacaram os impactos negativos, como os 43% que disseram sentirem-se pressionados a postar conte\u00fado que os fa\u00e7a &#8220;parecer bem&#8221; aos olhos alheios.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Nossa pesquisa interna \u00e9 parte do nosso esfor\u00e7o para minimizar o que h\u00e1 de ruim em nossas plataformas e maximizar o que h\u00e1 de bom. Investimos nessa pesquisa para identificar proativamente onde podemos melhorar &#8211; em raz\u00e3o disso, os piores resultados poss\u00edveis s\u00e3o destacados na apresenta\u00e7\u00e3o interna. Por\u00e9m, o mais importante dessa pesquisa \u00e9 o que fizemos com ela. Temos um longo hist\u00f3rico de uso de nossas pesquisas, bem como estudos externos e estreita colabora\u00e7\u00e3o com nosso Conselho Consultivo de Seguran\u00e7a, Youth Advisors , al\u00e9m de outros especialistas e organiza\u00e7\u00f5es, para informar mudan\u00e7as em nossos aplicativos e fornecer recursos para as pessoas que os usam. Por exemplo, no Instagram:\u00a0 Apresentamos novos recursos para apoiar pessoas que lutam com problemas de imagem corporal e uma op\u00e7\u00e3o dedicada de den\u00fancia para conte\u00fado relacionado a dist\u00farbios alimentares. Atualizamos nossas pol\u00edticas para remover todo conte\u00fado grafico relacionado a suic\u00eddio, e tomamos medidas para proteger pessoas vulner\u00e1veis de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 conte\u00fado relacionado a suic\u00eddio e automutila\u00e7\u00e3o em espa\u00e7os como o Explorar. Lan\u00e7amos o Restringir, que permite que as pessoas se protejam de bullying, sem medo de retalia\u00e7\u00e3o. Uma ideia que acreditamos ser promissora \u00e9 encontrar oportunidades de intervir se virmos pessoas se concentrando em certos tipos de conte\u00fado. Esperamos que esses est\u00edmulos ajudem a direcionar as pessoas para um conte\u00fado que as inspire e as anime. Abaixo, comparamos o que o The Wall Street Journal disse com o que a pesquisa revelou: WSJ disse: &#8220;Repetidamente, os pesquisadores da empresa conclu\u00edram que o Instagram \u00e9 prejudicial para um percentual consider\u00e1vel deles (jovens usu\u00e1rios), mais notavelmente para meninas adolescentes. &#8216;Tornamos as quest\u00f5es de imagem corporal piores para uma em cada tr\u00eas adolescentes meninas&#8217;, dizia um slide de 2019, resumindo a pesquisa sobre meninas adolescentes que vivenciam esses problemas.&#8221; \u00a0 O que os dados mostram: O slide em quest\u00e3o, n\u00e3o publicado pelo Wall Street Journal na reportagem e que estamos divulgando abaixo, mostra que o Instagram ajuda muitos adolescentes a lidar com algumas das mais dif\u00edceis quest\u00f5es que vivem. Em 11 de 12 quest\u00f5es presentes nos slides mencionados pelo jornal, que abordavam problemas alimentares, solid\u00e3o, ansiedade e tristeza, meninas adolescentes que afirmaram viver esses desafios eram mais propensas a dizer que o Instagram melhorava essas quest\u00f5es, em vez de pior\u00e1-las. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o era imagem corporal. Embora o t\u00edtulo do slide interno n\u00e3o dissesse explicitamente, a pesquisa mostra que uma em tr\u00eas dessas meninas adolescentes que disseram enfrentar quest\u00f5es relacionadas \u00e0 imagem corporal reportaram que usar o Instagram fazia sentirem-se piores &#8211; e n\u00e3o uma a cada tr\u00eas do total de adolescentes meninas. Esta \u00e9 uma diferencia\u00e7\u00e3o importante que n\u00e3o est\u00e1 expl\u00edcita na reportagem do The Wall Street Journal. E, entre as mesmas meninas que disseram sofrer com quest\u00f5es relacionadas \u00e0 imagem corporal, 22% disseram que usar o Instagram fazia sentirem-se melhor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas quest\u00f5es com imagem corporal e 45,5% disseram que o Instagram n\u00e3o tornou nem pior, nem melhor (sem impacto). WSJ disse: \u201cOs meninos adolescentes n\u00e3o est\u00e3o imunes. No mergulho aprofundado que os pesquisadores do Facebook conduziram sobre sa\u00fade mental em 2019, eles descobriram que 14% dos meninos nos Estados Unidos disseram que o Instagram os fazia se sentir pior sobre si mesmos. Em seu relat\u00f3rio sobre imagem corporal em 2020, os pesquisadores do Facebook descobriram que 40% dos meninos adolescentes vivenciam compara\u00e7\u00e3o social negativa.\u201d O que os dados mostram: O que o estudo tamb\u00e9m disse foi que 50% dos adolescentes nos Estados Unidos e 36% dos adolescentes no Reino Unido (que usam Instagram e responderam uma pesquisa) disseram se sentirem melhor com eles mesmos depois de usar o Instagram, incluindo 18% dos adolescentes nos Estados Unidos dizendo que se sentiram &#8220;muito melhor&#8221;. Na verdade, em 12 das 12 quest\u00f5es presentes no slide mencionado acima &#8211; como quest\u00f5es alimentares, solid\u00e3o, ansiedade e tristeza -, os adolescentes que disseram ter passado por alguns desses desafios eram mais propensos a dizer que o Instagram tornou essas quest\u00f5es melhores vs. piores. WSJ disse: \u201cOs adolescentes culpam o Instagram pelo aumento da taxa de ansiedade e depress\u00e3o&#8221;, disse outro slide. &#8220;Esta rea\u00e7\u00e3o foi espont\u00e2nea e consistente em todos os grupos\u201d. O que os dados mostram: Essas descobertas v\u00eam de um conjunto de grupos focais com uma pequena amostra de 40 usu\u00e1rios adolescentes do Instagram nos Estados Unidos e no Reino Unido que lutam com a imagem corporal, autoestima, humor negativo e\/ou outros problemas. O que o The Wall Street Journal deixou de fora foi uma outra descoberta importante parte do mesmo estudo: que os mesmos usu\u00e1rios adolescentes dizem que os efeitos gerais do Instagram s\u00e3o positivos para eles. Al\u00e9m disso, com base na pesquisa que o jornal deixou de fora, 8 em cada 10 adolescentes norte-americanos que usam o Instagram e responderam a uma pesquisa disseram que o Instagram os fez sentir melhor sobre si mesmos ou n\u00e3o teve nenhum efeito em como eles se sentem. Aqui est\u00e3o alguns outros detalhes importantes sobre os slide acima: Entre as adolescentes que disseram ter sentido tristeza no \u00faltimo m\u00eas, 57% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 34% disseram que o Instagram n\u00e3o teve impacto. 9% disseram que o Instagram tornou a situa\u00e7\u00e3o pior. Entre adolescentes meninas que disseram ter sentido solid\u00e3o no m\u00eas anterior, 51% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 36% disseram que o Instagram n\u00e3o teve impacto. 13% disseram que o Instagram tornou a situa\u00e7\u00e3o pior. Novamente, entre as adolescentes que disseram ter experimentado ansiedade no m\u00eas anterior, os n\u00fameros s\u00e3o semelhantes: 40% disseram que o Instagram tornou as coisas melhores e 48% disseram que n\u00e3o fez diferen\u00e7a. 12% disseram que o Instagram piorou as coisas. WSJ disse: &#8220;Entre os adolescentes que reportaram ter pensamentos suicidas, 13% dos usu\u00e1rios brit\u00e2nicos e 6% dos norte-americanos relacionavam o desejo de se matar ao Instagram, mostrou uma apresenta\u00e7\u00e3o.&#8221; O que os dados mostram: Quando damos um passo para tr\u00e1s e analisamos o conjunto completo de dados, cerca de 1% de todo o grupo de adolescentes que participou da pesquisa disse que tinha pensamentos suicidas e que sentiam ter come\u00e7ado no Instagram&#8221;. \u00c9 claro que uma pessoa que sinta isso j\u00e1 \u00e9 muito. \u00c9 por isso que temos investido tanto em apoio, recursos e interven\u00e7\u00f5es para as pessoas que usam os nossos servi\u00e7os. Al\u00e9m disso, uma parte da mesma pesquisa citada pelo jornal no slide acima mostra que 38% das meninas adolescentes que disseram sofrer com pensamentos suicidas e de automutila\u00e7\u00e3o disseram que o Instagram tornava essas quest\u00f5es melhores para elas, e 49% disse que n\u00e3o tinha impacto.\u00a0\u00a0 WSJ disse: &#8220;Mas um crescente corpo de evid\u00eancias do pr\u00f3prio Facebook mostra que o Instagram pode ser prejudicial para muitos. Em um estudo com adolescentes dos Estados Unidos e do Reino Unido, o Facebook descobriu que mais de 40% dos usu\u00e1rios do Instagram que reportaram se sentirem &#8220;pouco atraentes&#8221; disseram que a sensa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no aplicativo. Cerca de um quarto dos adolescentes que reportaram sentirem-se &#8220;n\u00e3o bons o suficiente&#8221; disseram que a sensa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no Instagram. Muitos tamb\u00e9m disseram que o aplicativo minava sua autoconfian\u00e7a e a for\u00e7a de suas amizades.&#8221; O que os dados mostram: Um dos estudos citados pelo The Wall Street Journal destaca que os adolescentes que usam Instagram nos Estados Unidos e no Reino Unido t\u00eam tr\u00eas vezes mais chances de dizer que o Instagram faz com que se sintam melhores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas vidas, em vez de piores. Esse \u00e9 exatamente o motivo pelo qual investimos nessa pesquisa &#8211; e por termos feito esses investimentos, pudemos nos dedicar para trabalhar especificamente essas quest\u00f5es: para minimizar a parte ruim e maximizar a boa. Mas sugerir que o Instagram \u00e9 t\u00f3xico para adolescentes \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o que simplesmente n\u00e3o est\u00e1 baseada em fatos.\u00a0\u00a0\u00a0 &nbsp; \u00b9 Pesquisamos jovens a partir de 13 anos e perguntamos se eles tinham vivenciado uma s\u00e9rie de problemas. Se eles diziam ter sofrido com um problema, perguntamos se o Instagram os fez sentir melhor, pior ou n\u00e3o teve impacto. \u00b2 De acordo com os dados brutos n\u00e3o ponderados, a pesquisa incluiu 1.296 adolescentes nos Estados Unidos e 1.309 adolescentes no Reino Unido, perguntando a eles se tinham vivenciado uma s\u00e9rie de sentimentos ou experi\u00eancias no \u00faltimo m\u00eas. Entre os que declararam ter tido pensamentos suicidas, perguntamos se os sentimentos tinham come\u00e7ado no Instagram. Um percentual muito pequeno do total de adolescentes pesquisados (cerca de 1%) disse que tinham tido esses pensamentos e que sentiam que eles come\u00e7aram no Instagram. \u00b3 A pesquisa mostra que 346 adolescentes nos Estados Unidos disseram que o Instagram fez com que eles se sentissem muito ou de certa forma melhor sobre suas vidas, enquanto 137 disseram que o Instagram os fez se sentirem pior ou de certa forma pior sobre suas vidas. Este gr\u00e1fico demonstra que os adolescentes s\u00e3o mais propensos a perceber que o Instagram tem um impacto mais positivo sobre como eles se sentem sobre suas vidas do que n\u00e3o. Houve resultados semelhantes no Reino Unido.","og_url":"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2021\/09\/o-que-nossas-pesquisas-realmente-dizem-sobre-bem-estar-de-adolescentes-e-instagram\/","og_site_name":"Sobre a Meta","article_published_time":"2021-09-26T23:52:01+00:00","article_modified_time":"2021-09-30T12:39:18+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2021\/09\/IG-research.png?w=890","type":"","width":"","height":""}],"author":"cesarbianconi","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"Meta","Est. reading time":"10 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2021\/09\/o-que-nossas-pesquisas-realmente-dizem-sobre-bem-estar-de-adolescentes-e-instagram\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2021\/09\/o-que-nossas-pesquisas-realmente-dizem-sobre-bem-estar-de-adolescentes-e-instagram\/"},"author":"Facebook 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