{"version":"1.0","provider_name":"Sobre a Meta","provider_url":"https:\/\/about.fb.com\/br","author_name":"Meta","author_url":"https:\/\/about.fb.com\/br","title":"Como dados sobre sintomas podem ajudar a uma reabertura segura dos pa\u00edses | Sobre a Meta","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"C9f7aEvlp4\"><a href=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2020\/04\/dados-sintomas\/\">Como dados sobre sintomas podem ajudar a uma reabertura segura dos pa\u00edses<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2020\/04\/dados-sintomas\/embed\/#?secret=C9f7aEvlp4\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;Como dados sobre sintomas podem ajudar a uma reabertura segura dos pa\u00edses&#8221; &#8212; Sobre a Meta\" data-secret=\"C9f7aEvlp4\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>\n","thumbnail_url":"https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2020\/04\/Mark-Zuckerberg-Covid-data-update.jpg?resize=1024,576","thumbnail_width":1024,"thumbnail_height":576,"description":"No Brasil, o texto a seguir foi originalmente publicado pela\u00a0Folha de S. Paulo. Por Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook \u00c0 medida que o mundo enfrenta a\u00a0Covid-19\u00a0e os\u00a0pa\u00edses trabalham em planos para reabrir suas sociedades, \u00e9 fundamental ter uma compreens\u00e3o clara de como a doen\u00e7a est\u00e1 se espalhando. Dados de qualidade podem ajudar governos a determinar para onde enviar recursos como respiradores e equipamentos de prote\u00e7\u00e3o pessoal, e eventualmente quais\u00a0\u00e1reas\u00a0s\u00e3o as mais seguras para serem reabertas novamente. Conseguir dados precisos de\u00a0bairro a bairro\u00a0pelos Estados Unidos \u00e9 desafiador, e obter dados em todo o mundo \u00e9 ainda mais dif\u00edcil. Mas com uma comunidade de bilh\u00f5es de pessoas globalmente, o\u00a0Facebook\u00a0est\u00e1 numa posi\u00e7\u00e3o \u00fanica para ajudar pesquisadores e autoridades de sa\u00fade a ter a informa\u00e7\u00e3o que eles precisam para responder \u00e0 pandemia e come\u00e7ar a planejar a recupera\u00e7\u00e3o. Recentemente, come\u00e7amos a mostrar para as pessoas no Facebook nos EUA uma pesquisa volunt\u00e1ria feita por pesquisadores de sa\u00fade da Universidade Carnegie Mellon. Essa pesquisa perguntou \u00e0s pessoas se elas tinham sintomas como febre, tosse, falta de ar e perda de olfato que s\u00e3o associados \u00e0 Covid-19. Como ter os sintomas \u00e9 um precursor de que a pessoa ficar\u00e1 doente de forma mais s\u00e9ria, essa pesquisa pode ajudar a prever quantos casos os hospitais ver\u00e3o nos dias \u00e0 frente e fornecer um indicador antecedente de onde a pandemia est\u00e1 crescendo e onde a curva est\u00e1 sendo achatada de forma bem-sucedida. As respostas \u00e0 pesquisa s\u00e3o enviadas a pesquisadores e n\u00e3o est\u00e3o acess\u00edveis ao Facebook. Nesta segunda-feira (20), a equipe da Carnegie Mellon est\u00e1 publicando suas\u00a0descobertas iniciais. Eles est\u00e3o conseguindo cerca de um milh\u00e3o de respostas por semana nos EUA, e os resultados s\u00e3o promissores. Eles correlacionam as informa\u00e7\u00f5es com dados p\u00fablicos dispon\u00edveis acerca de casos confirmados, o que sugere que esses dados podem ajudar a prever onde a doen\u00e7a ir\u00e1 se espalhar. Eles tamb\u00e9m podem ser usados para construir an\u00e1lises detalhadas\u00a0bairro a bairro. Os resultados indicam, por exemplo, que em alguns sub\u00farbios da cidade de Nova York s\u00e3o estimados que de 2% a 3% das pessoas est\u00e3o apresentando sintomas parecidos com os da Covid-19. Usando dados agregados a partir dos resultados da Carnegie Mellon, o Facebook produziu seu primeiro relat\u00f3rio e\u00a0novos mapas interativos, que planejamos atualizar diariamente durante a pandemia. Esse \u00e9 um trabalho que as redes sociais est\u00e3o bem posicionadas para fazer. Ao distribuir pesquisas para um grande n\u00famero de pessoas cujas identidades n\u00f3s conhecemos, podemos gerar sinais suficientes para corrigir vieses e garantir que a amostragem est\u00e1 feita da maneira adequada. Agora estamos fazendo uma parceria com a faculdade da Universidade de Maryland para expandir essa pesquisa globalmente, e a equipe da Carnegie Mellon est\u00e1 desenvolvendo uma interface de programa\u00e7\u00e3o de aplicativos (API, na sigla em Ingl\u00eas) que permitir\u00e1 que pesquisadores em qualquer lugar tenham acesso aos resultados. Temos esperan\u00e7a de que isso ajudar\u00e1 governos e autoridades p\u00fablicas de sa\u00fade em todo o mundo que de outra forma n\u00e3o teriam dados assim para tomar decis\u00f5es nas semanas e nos meses adiante. H\u00e1 outras formas de ajudar na resposta \u00e0 crise com dados. Por exemplo, divulgamos muitos novos\u00a0mapas de preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as\u00a0de nosso\u00a0programa de\u00a0Data for Good\u00a0que mostram de maneira agregada onde as pessoas estavam viajando e interagindo entre regi\u00f5es. Nos \u00faltimos meses pesquisadores de sa\u00fade p\u00fablica t\u00eam usados essas planilhas de dados para ajudar na tomada de decis\u00f5es na \u00c1sia, Europa e Am\u00e9rica do Norte. Pesquisadores em Taiwan foram capazes de identificar as cidades onde h\u00e1 maior risco de infec\u00e7\u00e3o; pesquisadores na It\u00e1lia est\u00e3o analisando as medidas de\u00a0lockdown\u00a0relacionadas \u00e0 desigualdade de renda; e autoridades na Calif\u00f3rnia est\u00e3o revisando dados di\u00e1rios de bairros para direcionar os esfor\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de sa\u00fade p\u00fablica. Tamb\u00e9m fizemos uma parceria com pesquisadores da Universidade de Nova York e com o instituto de pesquisa Mila em Montreal, que est\u00e3o usando intelig\u00eancia artificial para ajudar hospitais a prever as necessidades para recursos escassos, como equipamentos de prote\u00e7\u00e3o pessoal e respiradores. Dados como esses podem ajudar. Como todos os dias geramos dados de aplicativos e dispositivos, provavelmente haver\u00e1 muitas outras oportunidades de uso de dados agregados para beneficiar a sa\u00fade p\u00fablica. Mas\u00a0\u00e9 essencial que isso seja feito\u00a0protegendo a privacidade das pessoas\u00a0e respeitando os direitos humanos. \u00c9 importante que as organiza\u00e7\u00f5es envolvidas neste trabalho estejam comprometidas em faz\u00ea-lo protegendo as informa\u00e7\u00f5es das pessoas e que qualquer dado coletado seja usado apenas para responder a emerg\u00eancias de sa\u00fade p\u00fablica e a outros esfor\u00e7os de resposta \u00e0 crise. Lutar contra a pandemia tem exigido medidas sem precedentes na sociedade, mas isso n\u00e3o deve significar sacrificar a nossa privacidade. Eu sempre acreditei que ajudar as pessoas a se juntar como comunidade nos ajudar\u00e1 a resolver nossos maiores desafios \u2014n\u00e3o apenas compartilhando nossas experi\u00eancias e apoiando uns aos outros em crises, mas tamb\u00e9m trabalhando juntos em escala para solucionar problemas. O mundo j\u00e1 enfrentou pandemias antes, mas desta vez temos um novo superpoder: a habilidade de coletar e compartilhar dados pelo bem. Se usarmos eles com responsabilidade, estou otimista de que os dados podem ajudar o mundo a responder a essa crise de sa\u00fade e nos colocar na trajet\u00f3ria de recupera\u00e7\u00e3o."}