{"version":"1.0","provider_name":"Sobre a Meta","provider_url":"https:\/\/about.fb.com\/br","author_name":"Meta","author_url":"https:\/\/about.fb.com\/br","title":"A pr\u00f3xima fase na luta contra a desinforma\u00e7\u00e3o | Sobre a Meta","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"9FqaXFbC4R\"><a href=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2019\/04\/a-proxima-fase-na-luta-contra-a-desinformacao\/\">A pr\u00f3xima fase na luta contra a desinforma\u00e7\u00e3o<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/about.fb.com\/br\/news\/2019\/04\/a-proxima-fase-na-luta-contra-a-desinformacao\/embed\/#?secret=9FqaXFbC4R\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;A pr\u00f3xima fase na luta contra a desinforma\u00e7\u00e3o&#8221; &#8212; Sobre a Meta\" data-secret=\"9FqaXFbC4R\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>\n","description":"Por Henry Silverman, Especialista em Opera\u00e7\u00f5es Nos \u00faltimos dois anos, n\u00f3s ampliamos muito nossos esfor\u00e7os para combater not\u00edcias falsas: melhoramos nossas a\u00e7\u00f5es contra contas falsas e comportamentos inaut\u00eanticos coordenados; estamos usando tecnologia e esfor\u00e7os humanos para combater o aumento da desinforma\u00e7\u00e3o em fotos e v\u00eddeos; implantamos novas medidas para ajudar as pessoas a identificar not\u00edcias falsas e obter mais contexto sobre as hist\u00f3rias que veem no Feed de Not\u00edcias; e expandimos nosso programa de verifica\u00e7\u00e3o de fatos para incluir 45 parceiros certificados que revisam conte\u00fado em 24 idiomas. No geral, estamos progredindo: diversos estudos apontam que esses esfor\u00e7os est\u00e3o surtindo efeito e que a desinforma\u00e7\u00e3o no Facebook diminuiu desde as elei\u00e7\u00f5es presidenciais nos Estados Unidos em 2016. Mas a desinforma\u00e7\u00e3o \u00e9 um problema complexo e cont\u00ednuo, e temos muito trabalho a fazer. Com mais de um bilh\u00e3o de publica\u00e7\u00f5es por dia no Facebook, precisamos encontrar outras maneiras para ampliar nossa capacidade de lidar com o tema. O trabalho que nossos parceiros de verifica\u00e7\u00e3o de fatos profissionais fazem \u00e9 uma parte importante da nossa estrat\u00e9gia. Mas h\u00e1 um desafio de escala neste trabalho. Simplesmente n\u00e3o h\u00e1 verificadores de fatos profissionais suficientes no mundo e, como todo bom jornalismo, a verifica\u00e7\u00e3o de fatos &#8211; especialmente quando envolve a investiga\u00e7\u00e3o de alega\u00e7\u00f5es sutis ou complexas &#8211; leva tempo. Queremos ser capazes de lidar com um volume maior de not\u00edcias falsas, e mais rapidamente. Por isso, hoje, estamos iniciando um novo processo colaborativo com especialistas externos que nos ajudar\u00e3o a encontrar novas solu\u00e7\u00f5es para combater as not\u00edcias falsas em larga escala. O objetivo desse processo \u00e9 encontrar abordagens consistentes, endossadas por esses especialistas externos, que tenham potencial para nos ajudar a identificar e reduzir a distribui\u00e7\u00e3o de uma maior quantidade de desinforma\u00e7\u00e3o de maneira mais eficiente. Sabemos que isso n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil. Qualquer que seja nossa pr\u00f3xima a\u00e7\u00e3o, precisamos encontrar solu\u00e7\u00f5es que apoiem conte\u00fados originais, que promovam informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis e que permitam que as pessoas se expressem livremente. Logo, a quest\u00e3o \u00e9: como criar um modelo no qual conseguimos prestar um servi\u00e7o dando \u00e0s pessoas o direito de ver o conte\u00fado que desejam, ao mesmo tempo em que diminu\u00edmos a desinforma\u00e7\u00e3o, sem fazer do Facebook o \u00e1rbitro da verdade? Como garantimos um sistema complementar aos nossos programas de verifica\u00e7\u00e3o de fatos existentes, para que os jornalistas profissionais usem seu tempo escrevendo reportagens originais sobre casos mais dif\u00edceis? Como podemos construir um sistema que n\u00e3o possa ser burlado ou manipulado por grupos coordenados de pessoas? Como podemos evitar que vieses pessoais interfiram nesses sistemas? E que outras medidas precisamos adotar para garantir que continuemos protegendo a capacidade de as pessoas se expressarem e as vozes das minorias? Essas s\u00e3o algumas das quest\u00f5es que iremos explorar nos pr\u00f3ximos meses. Um processo colaborativo Enquanto trabalhamos para expandir nossos esfor\u00e7os no combate \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos dois anos, tamb\u00e9m fizemos extensas pesquisas e conversamos com especialistas externos para identificar abordagens adicionais que possam refor\u00e7ar nossas defesas. Uma ideia promissora que estamos explorando seria contar com grupos de pessoas que usam o Facebook para apontar fontes jornal\u00edsticas que possam corroborar ou contradizer afirma\u00e7\u00f5es feitas em conte\u00fados potencialmente falsos. Nos pr\u00f3ximos meses, iremos nos basear nas sondagens que iniciamos sobre essa ideia, consultando uma ampla gama de acad\u00eamicos, especialistas em verifica\u00e7\u00e3o de fatos, jornalistas, pesquisadores e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil para entender os benef\u00edcios e riscos de solu\u00e7\u00f5es como essa. Compartilharemos com especialistas os detalhes da metodologia que estamos pensando para ajud\u00e1-los a ter uma ideia de onde est\u00e3o os desafios e as oportunidades, e como eles nos ajudar\u00e3o a chegar a uma nova abordagem. Tamb\u00e9m compartilharemos atualiza\u00e7\u00f5es dessas conversas durante todo o processo e encontraremos maneiras de pedir feedback mais amplo de pessoas em todo o mundo que talvez n\u00e3o estejam no grupo principal de especialistas que participar\u00e3o de mesas-redondas que vamos fazer. Levar a luta contra a desinforma\u00e7\u00e3o para o pr\u00f3ximo n\u00edvel \u00e9 uma tarefa importante para n\u00f3s. H\u00e1 elei\u00e7\u00f5es em todo o mundo m\u00eas ap\u00f3s m\u00eas, o que aumenta a import\u00e2ncia de minimizarmos a preval\u00eancia de not\u00edcias falsas. Planejamos agir rapidamente nesse trabalho, compartilhando alguns dos dados e ideias que coletamos at\u00e9 agora com os especialistas que consultamos, para que possamos come\u00e7ar a testar novas abordagens o mais r\u00e1pido poss\u00edvel.","thumbnail_url":"https:\/\/about.fb.com\/br\/wp-content\/uploads\/sites\/11\/2019\/04\/cr_header_v1_040419-1-1.png"}