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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Sobre a Meta</provider_name><provider_url>https://about.fb.com/br</provider_url><author_name>Meta</author_name><author_url>https://about.fb.com/br</author_url><title>Como dados sobre sintomas podem ajudar a uma reabertura segura dos pa&#xED;ses | Sobre a Meta</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="ewlTENffmx"&gt;&lt;a href="https://about.fb.com/br/news/2020/04/dados-sintomas/"&gt;Como dados sobre sintomas podem ajudar a uma reabertura segura dos pa&#xED;ses&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://about.fb.com/br/news/2020/04/dados-sintomas/embed/#?secret=ewlTENffmx" width="600" height="338" title="&#x201C;Como dados sobre sintomas podem ajudar a uma reabertura segura dos pa&#xED;ses&#x201D; &#x2014; Sobre a Meta" data-secret="ewlTENffmx" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;
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Conseguir dados precisos de&#xA0;bairro a bairro&#xA0;pelos Estados Unidos &#xE9; desafiador, e obter dados em todo o mundo &#xE9; ainda mais dif&#xED;cil. Mas com uma comunidade de bilh&#xF5;es de pessoas globalmente, o&#xA0;Facebook&#xA0;est&#xE1; numa posi&#xE7;&#xE3;o &#xFA;nica para ajudar pesquisadores e autoridades de sa&#xFA;de a ter a informa&#xE7;&#xE3;o que eles precisam para responder &#xE0; pandemia e come&#xE7;ar a planejar a recupera&#xE7;&#xE3;o. Recentemente, come&#xE7;amos a mostrar para as pessoas no Facebook nos EUA uma pesquisa volunt&#xE1;ria feita por pesquisadores de sa&#xFA;de da Universidade Carnegie Mellon. Essa pesquisa perguntou &#xE0;s pessoas se elas tinham sintomas como febre, tosse, falta de ar e perda de olfato que s&#xE3;o associados &#xE0; Covid-19. Como ter os sintomas &#xE9; um precursor de que a pessoa ficar&#xE1; doente de forma mais s&#xE9;ria, essa pesquisa pode ajudar a prever quantos casos os hospitais ver&#xE3;o nos dias &#xE0; frente e fornecer um indicador antecedente de onde a pandemia est&#xE1; crescendo e onde a curva est&#xE1; sendo achatada de forma bem-sucedida. As respostas &#xE0; pesquisa s&#xE3;o enviadas a pesquisadores e n&#xE3;o est&#xE3;o acess&#xED;veis ao Facebook. Nesta segunda-feira (20), a equipe da Carnegie Mellon est&#xE1; publicando suas&#xA0;descobertas iniciais. Eles est&#xE3;o conseguindo cerca de um milh&#xE3;o de respostas por semana nos EUA, e os resultados s&#xE3;o promissores. Eles correlacionam as informa&#xE7;&#xF5;es com dados p&#xFA;blicos dispon&#xED;veis acerca de casos confirmados, o que sugere que esses dados podem ajudar a prever onde a doen&#xE7;a ir&#xE1; se espalhar. Eles tamb&#xE9;m podem ser usados para construir an&#xE1;lises detalhadas&#xA0;bairro a bairro. Os resultados indicam, por exemplo, que em alguns sub&#xFA;rbios da cidade de Nova York s&#xE3;o estimados que de 2% a 3% das pessoas est&#xE3;o apresentando sintomas parecidos com os da Covid-19. Usando dados agregados a partir dos resultados da Carnegie Mellon, o Facebook produziu seu primeiro relat&#xF3;rio e&#xA0;novos mapas interativos, que planejamos atualizar diariamente durante a pandemia. Esse &#xE9; um trabalho que as redes sociais est&#xE3;o bem posicionadas para fazer. Ao distribuir pesquisas para um grande n&#xFA;mero de pessoas cujas identidades n&#xF3;s conhecemos, podemos gerar sinais suficientes para corrigir vieses e garantir que a amostragem est&#xE1; feita da maneira adequada. Agora estamos fazendo uma parceria com a faculdade da Universidade de Maryland para expandir essa pesquisa globalmente, e a equipe da Carnegie Mellon est&#xE1; desenvolvendo uma interface de programa&#xE7;&#xE3;o de aplicativos (API, na sigla em Ingl&#xEA;s) que permitir&#xE1; que pesquisadores em qualquer lugar tenham acesso aos resultados. Temos esperan&#xE7;a de que isso ajudar&#xE1; governos e autoridades p&#xFA;blicas de sa&#xFA;de em todo o mundo que de outra forma n&#xE3;o teriam dados assim para tomar decis&#xF5;es nas semanas e nos meses adiante. H&#xE1; outras formas de ajudar na resposta &#xE0; crise com dados. Por exemplo, divulgamos muitos novos&#xA0;mapas de preven&#xE7;&#xE3;o de doen&#xE7;as&#xA0;de nosso&#xA0;programa de&#xA0;Data for Good&#xA0;que mostram de maneira agregada onde as pessoas estavam viajando e interagindo entre regi&#xF5;es. Nos &#xFA;ltimos meses pesquisadores de sa&#xFA;de p&#xFA;blica t&#xEA;m usados essas planilhas de dados para ajudar na tomada de decis&#xF5;es na &#xC1;sia, Europa e Am&#xE9;rica do Norte. Pesquisadores em Taiwan foram capazes de identificar as cidades onde h&#xE1; maior risco de infec&#xE7;&#xE3;o; pesquisadores na It&#xE1;lia est&#xE3;o analisando as medidas de&#xA0;lockdown&#xA0;relacionadas &#xE0; desigualdade de renda; e autoridades na Calif&#xF3;rnia est&#xE3;o revisando dados di&#xE1;rios de bairros para direcionar os esfor&#xE7;os de comunica&#xE7;&#xE3;o da &#xE1;rea de sa&#xFA;de p&#xFA;blica. Tamb&#xE9;m fizemos uma parceria com pesquisadores da Universidade de Nova York e com o instituto de pesquisa Mila em Montreal, que est&#xE3;o usando intelig&#xEA;ncia artificial para ajudar hospitais a prever as necessidades para recursos escassos, como equipamentos de prote&#xE7;&#xE3;o pessoal e respiradores. Dados como esses podem ajudar. Como todos os dias geramos dados de aplicativos e dispositivos, provavelmente haver&#xE1; muitas outras oportunidades de uso de dados agregados para beneficiar a sa&#xFA;de p&#xFA;blica. Mas&#xA0;&#xE9; essencial que isso seja feito&#xA0;protegendo a privacidade das pessoas&#xA0;e respeitando os direitos humanos. &#xC9; importante que as organiza&#xE7;&#xF5;es envolvidas neste trabalho estejam comprometidas em faz&#xEA;-lo protegendo as informa&#xE7;&#xF5;es das pessoas e que qualquer dado coletado seja usado apenas para responder a emerg&#xEA;ncias de sa&#xFA;de p&#xFA;blica e a outros esfor&#xE7;os de resposta &#xE0; crise. Lutar contra a pandemia tem exigido medidas sem precedentes na sociedade, mas isso n&#xE3;o deve significar sacrificar a nossa privacidade. Eu sempre acreditei que ajudar as pessoas a se juntar como comunidade nos ajudar&#xE1; a resolver nossos maiores desafios &#x2014;n&#xE3;o apenas compartilhando nossas experi&#xEA;ncias e apoiando uns aos outros em crises, mas tamb&#xE9;m trabalhando juntos em escala para solucionar problemas. O mundo j&#xE1; enfrentou pandemias antes, mas desta vez temos um novo superpoder: a habilidade de coletar e compartilhar dados pelo bem. Se usarmos eles com responsabilidade, estou otimista de que os dados podem ajudar o mundo a responder a essa crise de sa&#xFA;de e nos colocar na trajet&#xF3;ria de recupera&#xE7;&#xE3;o.</description></oembed>
