Atualizado em 19 de agosto de 2026
Neste link, disponibilizamos nosso Plano de Conformidade para as eleições brasileiras de 2026. A versão pública do documento suprime trechos confidenciais do plano entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Atualizado em 17 de agosto de 2026
Em julho de 2026, firmamos um Memorando de Entendimento com o Tribunal Superior Eleitoral. Esses acordos são celebrados a cada ciclo eleitoral desde 2018, em uma cooperação voluntária. Neste ano, renovamos a parceria e a participação no Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral, com ações que abrangem Facebook, Instagram, Threads e WhatsApp. Dentre as ações previstas no acordo, destacamos:
- Canais de denúncia: Disponibilizamos um canal de denúncias integrado ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (SIADE) do TSE, permitindo o encaminhamento e a análise célere de conteúdos com potencial violador de nossas políticas. No caso do WhatsApp, o canal também recebe denúncias sobre contas suspeitas de realizar disparos em massa na plataforma.
- Divulgação de informações oficiais: Como em ciclos anteriores, todos os usuários do Facebook e do Instagram no Brasil receberão um alerta no feed com informações oficiais do TSE. Em abril deste ano, usuários maiores de 16 anos já receberam o lembrete para se registrarem para votar.
- Transparência de anúncios: O acordo prevê o acesso à Biblioteca de Anúncios da Meta por meio da API. Com isso, o Tribunal poderá acessar conteúdos patrocinados ativos e inativos sobre eleições ou política no Facebook e no Instagram — incluindo informações sobre gastos, alcance, segmentação de público, anunciantes e entidades financiadoras
- Capacitação: O memorando prevê, ainda, a realização de seminários, sob supervisão da Escola Judiciária Eleitoral (EJE), voltados a servidores do TSE, dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e a representantes de partidos políticos, abordando boas práticas e medidas de combate à desinformação adotadas pelas plataformas da Meta. Também temos a Central de Eleições, um recurso educacional online atualizado para partidos e candidatos, com informações relevantes e boas práticas sobre o uso das nossas plataformas.
Já em cumprimento à Portaria nº 463, de 27 de julho de 2026, publicada pelo TSE, apresentamos na última semana nosso Plano de Conformidade, que detalha as medidas adotadas pela Meta para prevenir e mitigar riscos à integridade do processo eleitoral em nossas plataformas. A entrega reforça nosso compromisso contínuo com eleições seguras no Brasil — um trabalho que construímos e aprimoramos a cada ciclo, em diálogo permanente com as autoridades eleitorais e a sociedade.
Publicado originalmente em 08 de junho de 2026
Na Meta, temos o compromisso contínuo de proteger a integridade do processo eleitoral em nossas plataformas. Embora cada ciclo seja único, desenvolvemos uma abordagem abrangente para as eleições, seguindo medidas rigorosas que temos adotado ao longo dos anos: aplicar nossas políticas de conteúdo, apoiar a liberdade de expressão, incentivar a participação cívica e fornecer transparência líder no setor para publicidade sobre temas sociais, eleições ou política.
Na última década, investimos mais de US$ 30 bilhões em áreas ligadas à segurança, incluindo para proteger processos eleitorais. Nossa estratégia é consistente e estamos sempre nos adaptando para enfrentar novos desafios, para garantir que nossas plataformas sejam espaços seguros para o debate público.
Aplicamos nas nossas plataformas regras que proíbem conteúdo com interferência eleitoral, violência política e informações imprecisas sobre quando, onde e como votar em uma eleição. Como sempre, aplicamos proativamente nossas políticas e removemos conteúdo que as viola.
Transparência líder no setor para anúncios políticos
Desde 2018, a publicidade sobre política e eleições veiculada nos nossos aplicativos no Brasil é identificada. Os anunciantes que desejam fazer esse tipo de propaganda em nossas plataformas devem passar por um processo de verificação de sua identidade e incluir um aviso de “pago por” ou “propaganda eleitoral”. Em 2020, essa autorização passou a ser obrigatória e, em 2022, expandimos essa exigência para conteúdos pagos sobre temas sociais.
Esses anúncios são armazenados na nossa Biblioteca de Anúncios, que é pública, por sete anos. A ferramenta é aberta e disponibiliza a qualquer pessoa informações detalhadas sobre esse tipo de publicidade no Facebook, Instagram e Threads, apontando a conta de origem do anúncio, dados demográficos da audiência e faixa estimativa de gastos, entre outras informações.
Exigimos que os anunciantes de todo o mundo informem quando utilizarem Inteligência Artificial (IA) ou métodos digitais para criar ou alterar um anúncio publicitário sobre política, eleições ou temas sociais em determinados casos. Quando um anunciante nos informa sobre isso, adicionamos informações no anúncio e em nossa Biblioteca de Anúncios.
Para conferir ainda mais transparência, estamos adicionando mais informações aos anúncios que detectamos terem sido criados com ferramentas de IA de terceiros. Essas e outras informações serão fornecidas em “Sobre este anúncio”. Leia mais aqui.
Combate à desinformação
Removemos conteúdos no Facebook, Instagram e Threads que desestimulam o voto ou interferem no processo de votação, como informações incorretas sobre a data da eleição ou número dos candidatos, sejam eles criados por pessoas ou IA. Nossas políticas exigem que conteúdos criados por inteligência artificial, ainda que orgânicos, sejam rotulados. Também não permitimos conteúdo que possa levar a danos físicos no mundo real.
No Brasil, atualmente trabalhamos com nossos parceiros independentes de verificação de fatos para checar a veracidade de conteúdos no Facebook, Instagram e Threads que não violam as nossas políticas.
O WhatsApp, por sua vez, oferece uma maneira simples de pesquisar na internet a veracidade de mensagens encaminhadas com frequência. Ao tocar ou clicar na lupa exibida ao lado de uma mensagem frequentemente encaminhada, os usuários podem carregar essa mensagem em um navegador e encontrar notícias ou outras fontes de informação. Além disso, o WhatsApp limita intencionalmente o encaminhamento de conteúdo para conter viralidade.
Prontidão Operacional
Como fazemos desde 2018, ativaremos nosso Centro de Operações para Eleições no Brasil. Essa iniciativa reúne especialistas de diversas áreas da Meta, entre elas inteligência de ameaças, ciência de dados, engenharia, pesquisa, operações, jurídica e políticas públicas, para acompanhamento dos acontecimentos em tempo real.
A Meta também trabalha para capacitar candidatos e suas campanhas em todo o Brasil para explicar nossas ações para conter desinformação, compartilhar detalhes sobre o funcionamento dos aplicativos da empresa e informações sobre nossas regras de conteúdo.
Seguimos trabalhando em parceria com as autoridades para garantir a integridade das eleições, em conformidade com as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Informações Oficiais
Assim como em anos anteriores, a Meta está exibindo aos usuários do Facebook e Instagram no Brasil um aviso que vai conectá-los com informações confiáveis da Justiça Eleitoral sobre o Título Eleitoral e a sua regularização. O primeiro lembrete foi apresentado no final de abril aos usuários maiores de 16 anos, para as pessoas se registrarem para votar nas eleições. Lembretes sobre os dias de votação serão exibidos para o primeiro e o segundo turnos.
Essa iniciativa reforça o diálogo constante da Meta com as autoridades e governos, e faz parte dos esforços contínuos da companhia de colaboração com o TSE.

Combate a golpes
Estamos focados em proteger as pessoas de golpes — incluindo aqueles que usam indevidamente imagens de políticos — e revisamos e atualizamos continuamente nossa abordagem, intensificando-a por meio de ações judiciais. É contra nossas políticas apresentar anúncios em nossas plataformas que usem imagens de figuras públicas para aplicar golpes ou fraudar pessoas. Continuamos a destinar recursos substanciais para combater conteúdos fraudulentos, suspendendo e excluindo contas, Páginas e anúncios que violam nossas políticas.
Sabemos que os golpistas são oportunistas e podem usar as eleições para atrair pessoas a interagir com conteúdo sob o pretexto de campanhas políticas. Para ajudar a educar as pessoas sobre como identificar e evitar essas ameaças, desenvolvemos recursos em nossa Central de Prevenção de Golpes. Também estamos usando tecnologia de reconhecimento facial para detectar e prevenir anúncios “celeb-bait” que usam imagens de figuras públicas para fraudar pessoas, e removemos contas impostoras que as pessoas denunciam estar se passando por elas ou por outras pessoas.
Para mais informações sobre como trabalhamos para proteger as eleições no Brasil e no mundo, visite nosso site.