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A trajetória da Meta na proteção dos adolescentes e no apoio aos pais

Destaques:

  • Por mais de uma década, ouvimos os pais, pesquisamos os temas que mais importam e fizemos mudanças concretas para ajudar a proteger os adolescentes online.
  • Proteger adolescentes enquanto permitimos que eles acessem os benefícios das redes sociais é um dos desafios mais importantes que nosso setor precisa enfrentar.
  • Ações judiciais recentes nos Estados Unidos distorcem nosso compromisso de criar experiências seguras e valiosas para jovens. Defendemos nosso histórico.

 

Recentemente, várias ações judiciais nos Estados Unidos tentaram colocar a culpa pelos problemas de saúde mental dos adolescentes exclusivamente nas empresas de redes sociais. Mas isso simplifica demais uma questão séria. Clínicos e pesquisadores afirmam que a saúde mental é um tema profundamente complexo e multifacetado, e as tendências sobre o bem-estar dos adolescentes não são claras ou universais. Reduzir os desafios enfrentados pelos adolescentes a um único fator ignora as pesquisas científicas e outros elementos que impactam os jovens atualmente, como pressão acadêmica, segurança escolar, desafios socioeconômicos e abuso de substâncias.

Apesar dessa complexidade, advogados dos autores dos processos citaram seletivamente documentos internos da Meta para construir uma narrativa enganosa, sugerindo que nossas plataformas prejudicaram adolescentes e que a Meta priorizou o crescimento em detrimento do bem-estar deles.

Essas alegações não refletem a realidade. As evidências vão mostrar uma empresa que enfrenta questões difíceis de forma profunda e responsável, conduz pesquisas, ouve pais, acadêmicos e especialistas em segurança, e toma medidas.

Nosso histórico de apoio a pais e adolescentes

A maioria dos adolescentes hoje usa redes sociais para se manter próximo de amigos e familiares, se expressar, construir comunidade e encontrar apoio quando necessário. Ainda assim, reconhecemos e compartilhamos das preocupações dos pais sobre experiências seguras e apropriadas para adolescentes nas redes sociais. Por isso, queremos colaborar com os pais para ajudar os adolescentes a usar as redes sociais de forma significativa, com as proteções, supervisão e limites adequados.

Ao longo dos anos, ouvimos pais e nossa comunidade para entender os desafios que enfrentam e responder com novas ferramentas, recursos e funcionalidades para apoiá-los. Por exemplo:

  • Em 2020, ao percebermos a necessidade de acesso mais rápido a suporte, desenvolvemos formas inteligentes de compartilhar recursos com pessoas que buscam conteúdo sobre suicídio ou automutilação.
  • Em 2021, restringimos adultos de iniciar conversas privadas com adolescentes com quem não têm conexão no Instagram e Messenger. Também anunciamos configurações de conta privada por padrão para usuários menores de 16 anos nos EUA (e 18 em alguns países) ao se cadastrarem no Instagram, além de notificações incentivando adolescentes menores de 16 anos já no Instagram a mudarem para uma conta privada.
  • Mais recentemente nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá, reformulamos as configurações de conteúdo das Contas de Adolescentes no Instagram, inspiradas em classificações de filmes para maiores de 13 anos. Isso significa que adolescentes verão conteúdo semelhante ao que veriam em um filme apropriado para sua idade, por padrão. Eles não podem sair dessa configuração sem a permissão dos pais, e também introduzimos uma configuração ainda mais restritiva para pais que preferem uma experiência mais controlada para seus filhos. Planejamos implementar essas mudanças globalmente. 
  • Também em 2025, avançamos para combater o bullying online nas escolas dos Estados Unidos, dando a professores, educadores e administradores um sistema prioritário de denúncia de questões de segurança de adolescentes.
  • E, diante das preocupações com segurança em IA, anunciamos proteções para adolescentes em nossos produtos de IA, incluindo o design para responder de forma segura a solicitações sobre automutilação, suicídio e distúrbios alimentares. Também anunciamos que vamos introduzir novos controles para que os pais possam ver como seus filhos interagem com personagens de IA.

Essas são apenas algumas das proteções que criamos para adolescentes, dando aos pais tranquilidade de que seus filhos têm restrições automáticas. Os pais conhecem seus filhos melhor e devem ter a palavra final sobre como eles interagem com a tecnologia.

Hoje, os pais podem usar recursos de supervisão para definir o tempo de uso dos filhos para até 15 minutos por dia, bloquear o uso em determinados horários, ver com quem seus filhos estão conversando, entre outros.

Também colaboramos com autoridades, especialistas e parceiros do setor para enfrentar potenciais ameaças e desenvolver programas educativos que capacitem adolescentes e pais a controlar sua experiência online. Isso inclui:

  • Apoiar o National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC) no desenvolvimento do Take It Down, uma ferramenta que ajuda a evitar o compartilhamento de imagens íntimas de adolescentes online.
  • Trabalhar com a Tech Coalition como membro fundador do programa Lantern, que permite que empresas participantes compartilhem sinais sobre contas predatórias para que todas possam investigar e agir.
  • Cooperar com autoridades, alertando-as quando tomamos conhecimento de alguém em risco iminente e respondendo a solicitações legais válidas de informações. Em 2024, recebemos mais de 9.000 solicitações de emergência de autoridades dos EUA e as resolvemos em média em 67 minutos — e ainda mais rápido em casos envolvendo segurança infantil e suicídio.
  • Trabalhar com a Mental Health Coalition junto a outros parceiros do setor como membro fundador do Thrive, que permite que empresas de tecnologia compartilhem sinais sobre conteúdo violador relacionado a suicídio ou automutilação e impeçam sua disseminação entre diferentes plataformas.

O que os advogados dos autores ignoram

As redes sociais oferecem benefícios importantes para adolescentes. Podem criar um senso de pertencimento, especialmente para quem tem dificuldade de encontrar comunidade em outros lugares. Podem abrir oportunidades que eles não teriam de outra forma, como ajudar a crescer uma audiência para arte ou música, mostrar talentos esportivos para recrutadores ou até iniciar um pequeno negócio.

A ciência comprova isso. Além de mostrar que as redes sociais não têm impacto populacional na saúde mental dos adolescentes, o relatório de consenso das Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina dedica um capítulo inteiro aos potenciais benefícios das redes sociais para adolescentes.

Há também novas evidências de que as taxas de depressão, pensamentos suicidas e comportamentos suicidas entre adolescentes nos EUA começaram a cair, mesmo com o uso de redes sociais aumentando ou permanecendo estável. Segundo a Pesquisa Nacional sobre Uso de Drogas e Saúde do Departamento de Saúde dos EUA, a prevalência de episódios depressivos graves entre jovens de 12 a 17 anos caiu de 21% em 2021 para 15% em 2024. Pensamentos suicidas graves nessa faixa etária caíram de quase 13% em 2021 para 10% em 2024.

Embora as redes sociais possam ser um alvo conveniente, se ignorarmos os muitos outros fatores que afetam o bem-estar dos adolescentes, podemos perder a oportunidade de abordar causas que podem ser mais impactantes, como pressão acadêmica, dinâmica familiar e segurança escolar.

Qualquer conversa honesta sobre o bem-estar dos adolescentes deve considerar os dados científicos, bem como os riscos e benefícios potenciais — não apenas manchetes ou relatos isolados.

Continuando a colocar adolescentes e famílias em primeiro lugar

Os advogados dos autores tentarão pintar um retrato intencionalmente enganoso da Meta com citações e trechos de conversas tirados de contexto. O histórico completo irá mostrar que, por mais de uma década, a empresa priorizou consistentemente a segurança dos adolescentes em detrimento do crescimento.

Para manter os adolescentes seguros, tomamos inúmeras decisões que poderiam prejudicar o engajamento e o crescimento das nossas plataformas, como tornar todas as contas de adolescentes privadas por padrão e permitir que os pais coloquem restrições no tempo de uso do Instagram pelos filhos. Com as Contas de Adolescente, adolescentes que receberam as novas proteções viram menos conteúdo sensível, tiveram menos contatos indesejados e passaram menos tempo no Instagram durante a noite.

Essas restrições podem prejudicar nossos resultados financeiros — e nem sempre são populares entre os adolescentes. Mas ainda assim foram implementadas porque essa é a coisa certa a ser feita.

Temos orgulho do nosso histórico. Vamos nos defender na Justiça contra alegações que distorcem os fatos e ignoram o trabalho que realizamos. E continuaremos fazendo o que mais importa – aprimorar nossos produtos para manter adolescentes seguros e dar tranquilidade aos pais.


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